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  "Ser mãe é exercer com dedicação total a profissão mais dura que existe, e receber amor eterno como pagamento." A Abracam - Associação Brasileira de Câmaras Municipais deseja a todas as mamães um FELIZ DIA DAS MÃES

09 de maio, sábado - A ABRACAM MOSTRA OS DESTAQUES DA MÍDIA

País registra 751 novas mortes por coronavírus em 24 hs e bate recorde  País tem 145.328 casos e 9.897 mortes por covid-19   Dados do Ministério da Saúde desta sexta-feira (8) apontam que o Brasil registrou 751 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e bateu um novo recorde. É o quarto dia seguido com mais de 600 óbitos novos por dia – foram  610 na quinta (7), 615 na quarta (6), o maior número até então, e 600 na terça (5).  Com isso, chega a 9.897 o número de mortes pelo novo coronavírus confirmadas. O país também tem, ao todo, 145.328 casos confirmados de Covid-19. Na quarta-feira (6) o Brasil superou a Bélgica e se tornou o sexto país com mais óbitos no mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), que monitora dados da pandemia. Os cinco primeiros países com mais óbitos são EUA, Reino Unido, Itália, Espanha e França. Segundo especialistas, os números reais no Brasil devem ser maiores, já que há baixa oferta de testes no país e subnotificação. COM INFORMAÇÕES DA FOLHAPRESS E FOTO REUTERS Generais vão depor dia 12 no inquérito de Moro contra Bolsonaro no STF  Os três militares palacianos foram listados por Moro como testemunhas de ameaças proferidas pelo presidente contra o ex-ministro. Os ministros Augusto Heleno (GSI), Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) vão depor na próxima terça, 12, no inquérito que investiga as acusações do ex-ministro Sérgio Moro de 'interferência política' do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.  Os três militares palacianos foram listados por Moro como testemunhas de ameaças proferidas pelo presidente contra o ex-ministro, caso ele não concordasse com a troca da direção-geral da PF. Segundo Moro relatou à PF, os ministros participaram de duas reuniões em que o presidente Jair Bolsonaro pressionou o ex-ministro da Justiça a trocar o comando da Polícia Federal. Uma delas, no dia 22 de abril, foi gravada pelo Planalto - que já apresentou três pedidos ao decano para que reconsidere ordem para entregar as gravações. Nesta reunião, Bolsonaro teria dito que iria 'interferir em todos os ministérios'. "O presidente afirmou que iria interferir em todos os Ministérios e quanto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, se não pudesse trocar o Superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro, trocaria o Diretor Geral e o próprio Ministro da Justiça", relatou Moro. No dia seguinte, 23 de abril, ao ser informado pelo presidente que Maurício Valeixo seria exonerado do cargo, Moro se encontrou com Braga Netto e Augusto Heleno para informar os motivos pelos quais não aceitaria a substituição e declarou que deixaria o governo falando a verdade sobre a troca. Os ministros se comprometeram a demover o presidente da ideia e que retornou ao Ministério da Justiça 'na esperança da questão ser solucionada'. À tarde, após a imprensa noticiar o atrito entre Moro e Bolsonaro e seu ultimato ao governo, o ministro Luiz Eduardo Ramos ligou para saber 'se seria possível uma solução intermediária', citando os nomes de Fabiano Bordignon ou Disney Rosseti. Antes de dar uma resposta definitiva, Moro disse que procuraria Valeixo, que concordou com o nome de seu número dois, Disney Rosseti, para assumir o cargo. Moro então retornou a Ramos, afirmando que essa seria a única mudança e que não concordava com trocas no comando da PF do Rio. O ministro palaciano 'ficou de levar a questão para o presidente' e dar um retorno, que não veio. Quando a notícia da exoneração de Valeixo foi publicada na noite do dia 23 de abril, Moro questionou Ramos sobre o caso, que alegou não ter informações oficiais. A saída de Valeixo foi confirmada durante a madrugada e Moro disse que sua demissão, então, se tornou 'irreversível'. Com informações de Estadão Conteúdo e foto Reuters Bolsonaro desiste de churrasco após ironia e recorde de mortes  Para minimizar o desgaste com a convocação de uma confraternização em meio à pandemia que, até sexta-feira, havia matado 9.897 pessoas no Brasil   Diante de quase 10 mil mortes provocadas pelo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não vai mais levar adiante seu plano de fazer um churrasco no Palácio da Alvorada neste sábado (9).       De acordo com aliados do presidente ouvidos reservadamente, ele decidiu cancelar na sexta-feira (8) o convite que havia sido feito a ministros e outros integrantes do governo. Não foi apresentada uma justificativa oficial, mas eles dizem acreditar que a grande repercussão negativa pesou para a decisão. Para minimizar o desgaste com a convocação de uma confraternização em meio à pandemia que, até sexta-feira, havia matado 9.897 pessoas no Brasil, algumas pessoas próximas ao presidente chegaram a dizer que o convite era "fake", que não havia passado de uma provocação. Apesar do cancelamento, auxiliares do presidente disseram que o núcleo duro do governo, formado pelos ministros que despacham de dentro do Palácio do Planalto, pode aparecer no Alvorada. O ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, chegou de moto por volta das 10h30. Na sexta-feira, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, fez piada quando questionado se haveria o churrasco neste sábado e reclamou, ainda em tom de brincadeira, do valor da vaquinha para a compra das carnes. "O presidente ainda não falou comigo sobre churrasco, e está caro. R$ 70 tá muito caro", disse Mourão no fim da tarde de sexta-feira, após deixar uma reunião com Bolsonaro e outros ministros no Ministério da Defesa. Logo depois desta fala, Bolsonaro também falou sobre o churrasco ao parar para falar com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada.No mesmo dia em que o país registrou recorde de mortes em 24 horas pelo coronavírus, Bolsonaro fez ironias sobre a realização de um churrasco na residência oficial e chegou a falar em 3.000 convidados. Na quinta-feira (7), o presidente havia dito que faria um churrasco apenas com a presença de sua equipe ministerial, cerca de 30 pessoas, o que foi criticado por deputados e senadores por desobedecer as recomendações das autoridades de saúde. Na entrada da residência oficial, na sexta, Bolsonaro foi questionado se promover um evento com aglomeração de pessoas não seria um mau exemplo para o país.Em tom irônico, o presidente convidou apoiadores que estavam no local para participar da festa e disse que serão convidadas pessoas de diferentes cidades do Centro-Oeste, como Águas Lindas (GO) e Taguatinga (DF). "Está todo mundo convidado aqui, 800 pessoas no churrasco. Tem mais um pessoal de Águas Lindas. Tem umas 900 pessoas para o churrasco amanhã", disse. "Tem 1.300 convidados. Quem estiver amanhã aqui a gente coloca para dentro. Vai dar mais ou menos 3.000 pessoas no churrasco amanhã", acrescentou. O presidente foi questionado pelo menos seis vezes pelos veículos de imprensa na sexta-feira se o gesto não é um exemplo negativo para a população. Ele, no entanto, não respondeu e continuou a fazer ironias. Os dados do Ministério da Saúde apontaram nesta sexta-feira (8) que o Brasil registrou 751 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas. É o quarto dia seguido com mais de 600 óbitos por dia. Na quarta-feira (6) o Brasil superou a Bélgica e se tornou o sexto país com mais mortes no mundo. Os cinco primeiros são Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Espanha e França.Segundo especialistas, os números reais no Brasil devem ser maiores, já que há baixa oferta de testes no país e subnotificação. Com informações da FOLHAPRESS e foto Reuters STF tratou ministros generais como 'bandidos', dizem militares  A equipe de generais que auxilia Bolsonaro avalia que, embora os termos usados pelo ministro da Corte sejam jurídicos, a redação do texto foi "desrespeitosa" Os ministros militares do governo se dizem ofendidos com a decisão de Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de ordenar que os depoimentos dos generais Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, Walter Braga Netto, da Casa Civil, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, sejam tomados até por "condução coercitiva" ou "debaixo de vara". Eles são testemunhas no inquérito na Corte que apura as acusações de Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, de possível interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. A equipe de generais que auxilia Bolsonaro avalia que, embora os termos usados pelo ministro da Corte sejam jurídicos, a redação do texto foi "desrespeitosa" e "desnecessária" na referência a eles. Interlocutores do Planalto ouvidos pelo Estadão reiteraram que Celso não levou em conta a trajetória de três militares do mais alto posto do Exército, considerados pessoas "acima de quaisquer suspeitas". Veja também: Palavrões e ameaças de demissão generalizada em reunião ministerial A decisão atinge também, no entanto, testemunhas civis e integrantes da PF, como a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) e os delegados Ricardo Saadi, Carlos Henrique de Oliveira Sousa, Alexandre Saraiva, Rodrigo Teixeira, Alexandre Ramagem Rodrigues e Maurício Leite Valeixo - este último, ex-diretor da instituição e um dos pivôs da crise entre Moro e Bolsonaro. O clima é de desconforto no Palácio e nas Forças Armadas. Oficiais da ativa e da reserva de fora do governo fizeram coro e disseram que se sentiram atingidos e tratados como "bandidos". Na Presidência, a decisão do ministro Celso de Mello foi discutida anteontem, em reunião no Palácio. Chegou-se a pensar em uma reação às expressões usadas pelo decano, mas a turma do "deixa disso" amenizou a situação. O entendimento no Planalto foi de que não se tratava de um caso do Ministério da Defesa e dos comandos militares, mas de "ministros da Presidência". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Com informações de Estadão Conteúdo e foto Reuters

Governador Wilson Witzel prorroga isolamento no Rio de Janeiro até 31 de maio

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), decidiu prorrogar por mais 20 dias (até 31 de maio) as medidas de prevenção e enfrentamento à propagação do novo coronavírus no estado. O decreto será publicado no "Diário Oficial" de segunda-feira (11), data em que terminaria o prazo do decreto anterior. “Todos têm que cumprir as medidas que já tinham sido determinadas. Muitos municípios não cumpriram, outros demoraram, na Baixada Fluminense, por exemplo. As pessoas que não estão em serviço essencial devem ficar em casa. O que tem que ser feito agora é fiscalizar, para aumentar a taxa de isolamento. Hoje, ainda estamos em 50%”, disse Witzel. Witzel formou um grupo para produzir estudos sobre possibilidade de lockdown no estado, com previsão de entrada e saída. "A saúde é mais importante. Economia você recupera. Se for necessário, vamos aplicar [o lockdown], mas não neste momento, porque as medidas de isolamento já são muito duras e vamos aumentar a fiscalização para cumprimento das medidas de isolamento", disse André Moura, secretário da Casa Civil do Estado. Segundo o governo do estado, o Rio de Janeiro deve perder R$ 10,6 bilhões em arrecadação com Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e R$ 4 bilhões com royalties neste ano em razão da pandemia de coronavírus. Com informações do G1 e Foto: Jorge Hely/Framephoto/Estadão Conteúdo

8 de maio, sexta-feira - Os destaques da mídia

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Lockdown em Fortaleza, regras mais rígidas no rodízio em São Paulo e as novas determinações de João Doria para os paulistas. O Assunto debate o teatro de Bolsonaro no STF. Maia na GloboNews. Como traçar planos para os idosos que trabalham? Lojas de carros ameaçadas pela crise. A MP que confronta ambientalistas e ruralistas. As lives de hoje e uma boa ajuda online. Lockdown em Fortaleza   Fortaleza entra no regime de isolamento social rígido a partir de sexta (8)  ASSISTA AO VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8539223/ Com as redes pública e particular no limite, Fortaleza entra no regime de isolamento social rígido hoje. Só pode circular quem estiver a caminho do trabalho ou trabalhar em um serviço essencial. Quem for parado pela fiscalização vai ter que explicar por que está na rua e se estiver desrespeitando a quarentena vai ser orientado a voltar para casa. Se desobedecer, pode ser responsabilizado criminalmente. O Ceará tem mais de 13.800 casos de Covid-19 e 903 mortes. Ceará é o estado do Nordeste com mais casos de Covid-19 em indígenas; lideranças denunciam negligências Quarentena em SP Covas no cemitério Vila Nova Caichoeirinha, em São Paulo. Novas valas estão sendo abertas devido ao aumento de mortes por coronavírus. — Foto: Rogério Galasse / Estadão Conteúdo O governador João Doria (PSDB) divulga hoje quais cidades poderão flexibilizar a quarentena no estado. Mas o governo paulista está preocupado, pois classifica o risco de contágio pelo coronavírus como grave e preocupante nas regiões da Grande São Paulo, Campinas e Baixada Santista. A região metropolitana de São Paulo tem 39 cidades, a Baixada Santista, 9, e a região de Campinas, 24. entenda a preocupação das autoridades. Já a capital vai endurecer as regras do rodízio na segunda-feira (11) e tirar das ruas metade dos carros até nos fins de semana. A prefeitura quer ampliar o isolamento social e evitar uma sobrecarga ainda maior no sistema de saúde. Cidade de São Paulo amplia isolamento social e vai tirar metade dos carros de circulação ASSISTA AO VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8538990/   MP dá 48h para Prefeitura de SP esclarecer critérios e regras do rodízio ampliado de veículos contra o coronavírus odrigo Maia: 'ato quase criminoso' Maia: ‘Queremos sempre manter o diálogo que possa somar esforços’ ASSISTA AO VÍDEO https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-pauta/video/maia-queremos-sempre-manter-o-dialogo-que-possa-somar-esforcos-8539164.ghtml O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem à GloboNews, que entende a preocupação com a retomada das atividades econômicas, mas que a pressão com esse objetivo neste momento é um ato "quase criminoso". Clique aqui e leia a entrevista. Idosos, um ponto delicado Setores com mais idosos — Foto: Economia / G1 No momento em que a quarentena começar a ser flexibilizada, o Brasil terá um ponto delicado a endereçar: o país tem 7,7 milhões de trabalhadores ocupados com mais de 60 anos, ou seja, que estão no grupo de risco para o novo coronavírus. O cenário é bastante difícil para essa faixa da população porque 4,7 milhões de idosos atuam no setor de serviços, portanto, em atividades como o comércio, de difícil distanciamento social. Os números foram compilados pela consultoria IDados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) trimestral do IBGE. "O setor de serviços tem naturalmente uma demanda maior por idosos, e, por outro lado, esse grupo de trabalhadores se adequa muito bem a essas atividades", afirma o pesquisador do IDados, Bruno Ottoni. Concessionárias de carros ameaçadas Imagem de arquivo de uma concessionária em SP — Foto: Fábio Tito / G1 Com o tombo histórico nos emplacamentos durante a pandemia, o futuro das concessionárias de veículos no Brasil é incerto. Das 7.300 lojas existente no país, cerca de 2,2 mil - 30% - podem fechar definitivamente em até 15 dias, de acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave. O setor emprega 315 mil pessoas. Ambientalistas x Ruralistas     Bolsonaro assina MP para simplificar e modernizar a regularização da propriedade de terras ASSISTA AO VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8155778/  Divergências entre deputados ambientalistas e ruralistas podem barrar a votação na Câmara da medida provisória 910/2019 sobre regularização fundiária, que amplia a área legalizada por autodeclaração em ocupações de terras da União.   A avaliação é de líderes ouvidos pelo G1. Se o texto não for votado até 19 de maio, perderá a validade. A MP foi enviada em dezembro de 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro – uma medida provisória entra em vigência desde a publicação no "Diário Oficial da União", mas perde a validade se não for votada em 120 dias pelo Congresso. Redução salarial na Alesp O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou liminarmente parte da resolução aprovada pelos deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo que garantia o corte de 10 a 20% dos salários dos funcionários comissionados da casa. Falta consciência Enfermeira Mara Santos — Foto: Arquivo Pessoal Faz pouco mais de um mês que a enfermeira Mara Santos passou a atender apenas pacientes com coronavírus na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em São Paulo. Há vinte dias ela conversou com o G1 e contou como estava sendo a adaptação à nova rotina. Algumas semanas depois, Mara afirma que os casos estão ainda mais graves que no passado, mas que a população ainda não tomou consciência da dimensão da pandemia. 'Só queria que acreditassem mais, porque ainda acham que é exagero', diz enfermeira sobre mortes por coronavírus em UTI. 'Estou dez vezes mais cansada física e psicologicamente. A gente anda saindo dos plantões com uma sensação assim de não dei conta', acrescenta. Ajuda online Universidade oferece sessões de terapia online e gratuitas feitas por estudantes e professores — Foto: Arquivo Pessoal Cenário cheio de incertezas, dificuldades e medo. Esta é a realidade que muitas pessoas estão enfrentando diante da pandemia do coronavírus. Por isso, alunos e professores do curso de Terapia Ocupacional de uma universidade em Sorocaba (SP) resolveram ajudar com sessões de terapia online e gratuitas, abertas para todos os públicos. Lives de hoje Luisa Sonza, Latino, Naiara Azevedo e Banda Eva fazem transmissões nesta sexta-feira (8) — Foto: Divulgação Luísa Sonza, Latino, Naiara Azevedo, Banda Eva, Emicida e Toquinho fazem transmissões nesta sexta-feira. Veja horários.  Lives religiosas batem recorde na pandemia; veja como assistir Inflação Sai hoje o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de abril. O indicador, considerado uma prévia da inflação oficial, ficou em 0,02% em março, a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Curtas e Rápidas: Brasileiro decide deixar Belarus por causa do coronavírus: 'medo de morar onde pandemia não é levada a sério' Blog do Altieres Rohr: Zoom adquire a Keybase, empresa especializada em identidade digital e criptografia Previsão do tempo   ASSISTA AO VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8539229/   Veja como fica o tempo nesta sexta (8) em todo o Brasil

Brasil registra 135.106 casos de coronavírus e 9.146 mortes pela doença

Brasil registra 135.106 casos de coronavírus e 9.146 mortes pela doença Publicado: Quinta, 07 de Maio de 2020, 19h12 Última atualização em Quinta, 07 de Maio de 2020, 19h13     As informações foram atualizadas até as 19h desta quarta-feira (6) e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país O Ministério da Saúde registrou até as 19h desta quinta-feira (7) o total de 135.106 casos confirmados de coronavírus e 9.146 mortes provocadas pela doença. As informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o Brasil. Nas últimas 24 horas, foram registrados 9.888 novos casos no sistemas oficiais do Governo Federal, além de 610 novos óbitos. No entanto, a maior parte das mortes refere-se a outros períodos, mas foi inscrita de ontem para hoje após investigação concluída ou em andamento. Veja o detalhamento de casos e óbitos por UF Apesar de muitos municípios brasileiros ainda não registrarem casos confirmados nem óbitos da doença, de maneira geral o coronavírus está presente em todos os estados brasileiros. São Paulo segue concentrando a maior parte das notificações, com 39.928 casos e 3.206 mortes, seguido do Rio de Janeiro, que tem 14.156 confirmações e 1.394 óbitos. Os estados que registram as menores notificações, no momento, são Mato Grosso do Sul, que tem 311 casos e dez mortes, e Mato Grosso, com 417 casos e 13 óbitos. Grupos de risco Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham doenças pré-existentes, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus. Para saber mais sobre coronavírus acesse nossa página especial covid.saude

7 de maio, quinta-feira - A ABRACAM mostra os destaques do dia

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Mais uma capital inicia hoje o 'lockdown' - o isolamento radical para frear o avanço do coronavírus. Depois da Grande São Luís, é a vez da região metropolitana de Belém impor o bloqueio total.  Em São Paulo, um levantamento do governo estadual obtido pelo G1 mostra que ao menos 48 cidades tentaram flexibilizar a quarentena e 18 conseguiram. E as lives de hoje: Manu Gavassi, Péricles, Pitty, Beto Barbosa e mais shows para ver em casa. 'Lockdown'    Dez municípios do Pará entram em lockdown a partir desta quinta (7) ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8536505/   Começa a valer o 'lockdown' em Belém e outros nove municípios do Pará. Com o objetivo de aumentar os índices de isolamento social e reduzir casos de Covid-19 no estado, a restrição se estenderá por dez dias. A determinação deve manter somente serviços essenciais e limitar circulação de pessoas nos sete municípios da região metropolitana e outros três no interior. Supermercados, farmácias, feiras e bancos seguem funcionando. Até sábado (9), o lockdown será educativo. Mas a partir de domingo (10) - até 17 de maio -, quem desrespeitar as medidas poderá ser multado. O lockdown vale: Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Bárbara do Pará, Santa Izabel do Pará, Castanhal, Santo Antônio do Tauá, Vigia de Nazaré e Breves. Veja o que é permitido e proibido com o lockdown no Pará Entenda o que é 'lockdown' Pernambuco      Pernambuco confirma mais 556 casos de coronavírus e 54 mortes por Covid-19 ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8535876/ O Ministério Público de Pernambuco (MP-PE) entrou com um pedido para que o Judiciário determine o lockdown no estado, tornando mais rigorosas, por 15 dias, as normas já impostas para evitar a disseminação do novo coronavírus. Entre as medidas solicitadas estão restrições de circulação de pessoas, de veículos e de funcionamento de serviços não essenciais. MP-PE também pede a aplicação de multas para quem descumprir as regras.Com pouca fiscalização, periferia de São Luís ignora 'lockdown' São Paulo  Comércios devem manter distanciamento entre os clientes e orientar sobre o uso de máscaras de proteção — Foto: Divulgação / Prefeitura de Guarujá Levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Regional aponta que 48 cidades paulistas criaram decretos para flexibilizar a quarentena que o governo de São Paulo impôs há mais de um mês no estado. Os dados da pasta, obtidos com exclusividade pelo G1, mostram ainda que 30 desses municípios revogaram as flexibilizações. Mas 18 cidades permitem o funcionamento de serviços não essenciais. Medo de perder emprego e o consumo De cada 4 brasileiros, 3 vão manter o nível de consumo reduzido após a pandemia do coronavírus, mostra pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB. No total, 2.005 pessoas foram ouvidas em todos os estados do Brasil. O medo de perder o emprego é um dos motivos que contribui para a expectativa dos brasileiros de continuar freando o consumo. O levantamento mostra que quase a metade dos trabalhadores (48%) tem medo de perder o emprego. Veja mais recortes da pesquisa sobre comércio, endividamento e o isolamento social. Lives de hoje Manu Gavassi, Péricles e Beto Barbosa fazem lives nesta quinta-feira (7) — Foto: Divulgação Manu Gavassi, Péricles, Pitty, Beto Barbosa e mais shows para ver em casa. Norah Jones, Céu e Araketu também fazem transmissões, e Pitty fala sobre disco 'Admirável Mundo Novo'. Veja os horários. Live de Manu terá cover de Dua Lipa, piadas e conversa com fãs 3 jogadores do Flamengo com coronavírus Jorge Jesus ao lado do médico Marcio Tannure — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo O Flamengo divulgou que após a realização de testes em 293 pessoas do clube, 38 testaram positivo para o novo coronavírus. Três são jogadores do time profissional. Os nomes não foram revelados. Na última segunda-feira (4), Jorginho, massagista do clube há 40 anos, morreu vítima do coronavírus. Ele tinha 68 anos. Sarampo no RJ Ação de vacinação contra o sarampo no Leme, Zona Sul do Rio — Foto: Arquivo / Alba Valéria Mendonça / G1 Número de casos de sarampo no RJ cresce 66% em relação ao ano passado. Secretaria Estadual de Saúde informou que de janeiro a abril foram notificados 826 casos no estado. Em 2019, no mesmo período, foram 496 notificações. Vazamento de gás na Índia Adolescentes afetados por vazamento de gás na Índia — Foto: AFP Photo Pelo menos nove pessoas morreram e outras 400 foram hospitalizadas após um vazamento de gás em uma fábrica de produtos químicos no sudeste da Índia. A polícia não deu informações sobre os mortos. Entre as pessoas intoxicadas há crianças e adolescentes. 70 pessoas internadas estão inconscientes. Curtas e Rápidas: Profissionais promovem aulas gratuitas de ginástica em condomínios no Rio; moradores acompanham das janelas

Brasil registra 125.218 casos de coronavírus e 8.536 mortes pela doença

Publicado: Quarta, 06 de Maio de 2020, 19h37 Última atualização em Quarta, 06 de Maio de 2020, 19h39 As informações foram atualizadas até as 19h desta quarta-feira (6) e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país. Do total de casos confirmados, 51.370 estão recuperados e outros 65.312 estão em acompanhamento O Brasil registrou 125.218 casos de coronavírus e 8.536 mortes provocadas pela doença até as 19h desta quarta-feira (6). As informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país. São consideradas recuperadas, após contraírem a doença, 51.370 pessoas, o que representa 41% do total de casos confirmados. Atualmente, estão em acompanhamento outras 65.312 pessoas (52,2%) e 1.643 óbitos permanecem em investigação. Nas últimas 24 horas foram registrados 10.503 casos novos e 615 novos óbitos, sendo que a maior parte é referente a outros períodos, mas foi inscrita de ontem para hoje. Das 615 mortes, 140 ocorreram nos últimos três dias. Os números de casos e óbitos representam, respectivamente, um aumento de 9% e 8% em relação à útlima atualização. Apesar de muitos municípios do país ainda não registrarem casos da doença, de forma geral, o coronavírus está presente em todos os estados do país. Atualmente, São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 37.853 casos e 3.045 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 13.295 casos e 1.205 óbitos. O estado que registra menos notificações é Mato Grosso do Sul, com 288 confirmações de casos e dez mortes. Tocantins aparece em penúltimo lugar, com 351 casos e nove óbitos. Situação do coronavírus no Brasil até as 19h de hoje - 06.05.2020 ▶️ 125.218 diagnosticados com COVID-19     🔵 10.503 atualizados nas últimas 24 horas▶️ 65.312 em acompanhamento (52,2%)▶️ 51.370 recuperados* (41,0%)▶️ 8.536 óbitos (6,8%)     🔴 615 atualizados nas últimas 24 horas     🔴 140 óbitos ocorreram nos últimos 3 dias     🔴 1.643 óbitos em investigação *estimativas sujeitas a revisão. Grupos de risco Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham doenças pré-existentes, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus. Assista, na íntegra, à coletiva com a atualização dos casos - 6.5.2020

Senado aprova projeto que prevê ajuda a estados e municípios

Texto prevê que União repassará diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões para enfrentamento da crise do coronavírus. Foi aprovado pela Câmara e segue para sanção.   Senadores participam de sessão remota nesta quarta-feira (6) — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O Senado aprovou nesta quarta-feira (6), em sessão remota, por 80 votos a zero, o projeto que prevê ajuda financeira da União a estados e municípios para tentar reduzir os impactos causados pela crise do coronavírus. Como o texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o texto, a União vai transferir diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Os recursos, conforme a proposta, serão divididos da seguinte forma: R$ 50 bilhões: compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios); R$ 10 bilhões: ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios). >> Saiba ao final desta reportagem quanto cada estado receberá, conforme o projeto. O projeto ainda suspende as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras e que venceriam este ano. Este ponto pode gerar um impacto de R$ 60 bilhões à União. Relatoria O relator da proposta foi o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A escolha dele foi um movimento incomum, já que os presidentes da Câmara e do Senado não costumam assumir relatorias de projetos. Alcolumbre negociou um texto que representasse uma espécie de "meio-termo" entre a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados e o texto defendido pelo governo federal. A contrapartida encontrada foi a proibição de aumento de salários de servidores municipais, estaduais e federais até dezembro de 2021. Esta regra não permite a criação de bônus como os de desempenho, por exemplo. O texto veda qualquer iniciativa que gere aumento de despesas, desde criação de cargos e funções à realização de concursos. Durante a primeira votação do projeto no Senado, parlamentares excluíram da regra de congelamento de remunerações os servidores civis e militares que atuam diretamente no combate à pandemia de Covid-19. Ficaram de fora da proibição, portanto, funcionários públicos das áreas da saúde, da segurança e os das Forças Armadas desde que trabalhem na contenção do coronavírus. Esta medida, de acordo com a equipe econômica, se virasse lei, geraria economia de R$ 93 bilhões. A Câmara, porém, em votação nesta terça-feira (5), incluiu mais categorias, o que reduziu a economia para R$ 43 bilhões. Alcolumbre apresentou nesta quarta novo relatório, em que acata parcialmente as sugestões dos deputados. O parecer libera o reajuste de salário para servidores da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), guardas municipais, trabalhadores da educação pública como os professores, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, funerários e de assistência social. Mesmo com a incorporação dessas categorias, só poderão receber aumento os servidores que estejam na linha de frente do combate à pandemia. De acordo com o parecer, apenas os seguintes servidores, desde que atuem diretamente no combate à pandemia, poderão sofrer reajuste de salário: funcionários públicos da área da saúde; funcionários públicos da área de segurança; militares das Forças Armadas; servidores da Polícia Federal (PF); servidores da Polícia Rodoviária Federal (PRF); guardas municipais; trabalhadores da educação pública como os professores; agentes socioeducativos; profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários; profissionais de assistência social. O presidente do Senado não quis incluir neste grupo os policiais legislativos nem os peritos criminais, profissões contempladas pelos deputados. A proposta suspende os prazos de validade de todos os concursos públicos homologados até o dia 20 de março. Os prazos voltam a correr após o término do período de calamidade pública. "A suspensão abrange todos os concursos públicos federais, estaduais e municipais, bem como os da administração direta ou indireta, já homologados", esclarece o texto. Divisão dos recursos Saiba abaixo o que o projeto prevê sobre a divisão dos recursos: R$ 7 bilhões para estados usarem em ações de saúde: pagamento dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Único de Assistência Social (Suas); 40% dos recursos serão distribuídos conforme a taxa de incidência da doença; 60% dos recursos serão distribuídos conforme a população. R$ 3 bilhões para municípios usarem em ações de saúde: pagamento de profissionais do SUS e do Suas; R$ 20 bilhões para os municípios R$ 30 bilhões para estados, divididos da seguinte maneira (por ordem alfabética): Acre: R$ 198 milhões Alagoas: R$ 412 milhões Amapá: R$ 161 milhões Amazonas: R$ 626 milhões Bahia: R$ 1,6 bilhão Ceará: R$ 918 milhões Distrito Federal: R$ 467 milhões Espírito Santo: R$ 712 milhões Goiás: R$ 1,1 bilhão Maranhão: R$ 732 milhões Mato Grosso: R$ 1,3 bilhão Mato Grosso do Sul: R$ 622 milhões Minas Gerais: R$ 2,9 bilhões Pará: R$ 1 bilhão Paraíba: R$ 448 milhões Paraná: R$ 1,7 bilhão Pernambuco: R$ 1 bilhão Piauí: R$ 401 milhões Rio Grande do Norte: R$ 442 milhões Rio Grande do Sul: R$ 1,9 bilhão Rio de Janeiro: R$ 2 bilhões Rondônia: R$ 335 milhões Roraima: R$ 147 milhões Santa Catarina: R$ 1,1 bilhão São Paulo: R$ 6,6 bilhões Sergipe: R$ 314 milhões Tocantins: R$ 301 milhões.  Com informações do G1

6 de maio, quarta-feira - A ABRACAM apresenta os destaques da mídia nacional

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado.  Celso de Mello deu 72 horas para o governo entregar gravações de reunião citada em depoimento do ex-ministro Sergio Moro. O presidente Jair Bolsonaro tem uma reunião marcada às 11h15 com Regina Duarte, secretária da Cultura, e Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo. A Câmara aprovou o projeto que estabelece ajuda financeira para estados e municípios, mas o texto volta ao Senado. O Assunto debate o dilema um dilema dos médicos: quem salvar em um hospital lotado? São Paulo põe fim aos bloqueios. A taxa básica de juros vai de 3,75% para 3,25%? Veja as lives de hoje. 72 horas para o governo entregar vídeo     Celso de Mello determina que vídeos de reunião citada por Moro sejam entregues em 72 horas ASSISTA O VÍDEO https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/celso-de-mello-determina-que-videos-de-reuniao-citada-por-moro-sejam-entregues-em-72-horas-8533705.ghtml O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 72 horas para o governo entregar gravações de reunião citada em depoimento do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, realizada dia 22 de abril, entre o presidente Jair Bolsonaro, o vice, Hamilton Mourão, e ministros. A gravação refere-se ao trecho do depoimento em que Moro afirma que reunião do conselho de ministros com Bolsonaro, para apresentar o programa econômico Pró-Brasil, o presidente cobrou a substituição do superintendente da PF do Rio de Janeiro e do chefe da PF, além relatórios de inteligência e informação da PF. Na mesma reunião, o presidente disse que, se não pudesse trocar o superintendente da PF do Rio de Janeiro, poderia então trocar o diretor-geral e o próprio ministro da Justiça. Essas reuniões eram gravadas e tinham participação de todos os ministros e servidores da assessoria do Planalto. veja os principais pontos do depoimento de Sergio Moro Leia a íntegra do depoimento Bolsonaro pediu comando da PF do Rio, diz Moro em depoimento: 'Você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma' PGR vai investigar motivos para troca de superintendente da Polícia Federal no Rio STF autoriza depoimento de ministros e delegados citados por Moro Reunião com Regina Duarte Regina Duarte — Foto: Reprodução O presidente Jair Bolsonaro tem uma reunião marcada às 11h15 com Regina Duarte, secretária da Cultura, e Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo, em Brasília. Regina vem sofrendo ataques da ala ideológica do governo. O próprio Bolsonaro passou a reclamar dela. Semana passada, ao ser questionado se a ex-atriz sairia do governo, o presidente respondeu: “Infelizmente, a Regina está em São Paulo, está trabalhando pela internet ali. E eu quero que ela esteja mais próxima. É uma excelente pessoa, um bom quadro", disse. A assessoria de Regina afirma que ela voltou a despachar em Brasília. Segundo a revista Crusoé, Regina teria dito a uma assessora: "Acho que ele [Bolsonaro] está me dispensando." Socorro aos estados    Câmara aprova projeto de ajuda estados e municípios por causa do coronavírus   ASSISTA O VÍDEO https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/camara-aprova-projeto-de-ajuda-estados-e-municipios-por-causa-do-coronavirus-8533696.ghtml   A Câmara aprovou o projeto que estabelece ajuda financeira da União para estados e municípios em razão da pandemia do coronavírus. O pacote prevê repasses de R$ 60 bilhões. Como contrapartida à liberação de recursos, o texto proíbe que os governos locais reajustem o salário de servidores públicos até 31 de dezembro de 2021. A exceção será para profissionais das áreas de saúde e de segurança pública. Outras categorias foram incluídas, como policiais federais, policiais legislativos, técnicos e peritos criminais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza pública e assistência social envolvidos no enfrentamento da doença e trabalhadores da educação pública. Como os deputados fizeram mudanças no texto dos senadores, o projeto volta ao Senado, ao qual caberá a palavra final.  Fim dos bloqueios em SP   Prefeitura de SP decide suspender bloqueios no trânsito a partir desta quarta (6) ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8533729/ O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), suspendeu ontem à noite os bloqueios no trânsito realizados na cidade para tentar elevar o índice de isolamento social na capital paulista. A suspensão aconteceu após muita reclamação de funcionários da saúde, que foram barrados nesses bloqueios criados pela administração municipal. Prefeito de SP também avaliou que os bloqueios não tiveram o efeito desejado. Casos de Covid-19 disparam em São Paulo    Com pandemia, mortes na cidade de São Paulo estão 28% acima da média histórica ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8532388/ A notificação de casos suspeitos e confirmados de Covid-19 na cidade de São Paulo disparou em oito dias. Ontem, a média diária de novos registros da doença chegou a 3,7 mil. Até 27 de abril, o valor diário era de 3,1 mil. Ou seja, são mais de 600 novos casos suspeitos ou confirmados por dia, comparando os dois períodos. Paraisópolis se cuida PParaisópolis capacita socorristas para atuar em brigadas de emergência na comunidade — Foto: Josi Martins / Arquivo pessoal Em mais uma ação de combate à pandemia do coronavírus, Paraisópolis, uma das maiores favelas de São Paulo, capacitou 240 moradores para atuarem como socorristas em bases de emergência na comunidade. Serão 60 bases, 10 em cada microrregião do local: Centro, Grotão, Grotinho, Brejo, Prédios e Antonico. Os brigadistas estarão equipados com pranchas longas, kits de primeiros socorros, e Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s). A iniciativa é uma parceria da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, o G10 das Favelas, o Grupo Bombeiro Caetano (GBC) e a Associação Bombeiro Mirim Juvenil Voluntário (BMJV). Paraisópolis contrata médicos e ambulâncias, distribui marmitas e se une contra o coronavírus Escolas de Paraisópolis transformadas em áreas de isolamento começam a receber contaminados Bairro perigoso no Rio Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, lidera as denúncias de aglomerações desde o início do decreto de isolamento — Foto: Marcos Serra Lima / G1 / Arquivo O bairro do Rio que mais registra denúncias de aglomerações se tornou o local da capital com mais mortes. Campo Grande, na Zona Oeste da cidade, passou Copacabana e é o primeiro no ranking de óbitos por Covid-19, com 38. Witzel propõe socorro às empresas de transportes durante pandemia Juros O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reunirá hoje, e a expectativa de analistas do mercado financeiro é que a taxa básica de juros caia de 3,75% para 3,25%. Com pandemia, consumo de energia em abril é o menor para o mês desde 2012, diz ONS Auxílio Emergencial — Foto: Marcos Santos / USP Imagens Não consigo o benefício porque descobri que sou considerado CLT, mas estou desempregado. O que eu faço? Trabalhadores estão se deparando com informações incorretas no CNIS. Cadastro contém todas as informações relativas aos empregos do trabalhador e precisa estar atualizado para que ele consiga o benefício de R$ 600. Saiba como é feita a análise dos trabalhadores e o que pode levar à exclusão Saiba como regularizar o CPF Passo a passo para pedir o auxílio emergencial Calendário e formas de pagamento Quem tem direito e como funciona? Tire suas dúvidas Ventilador pulmonar   Respirador VentFlow, desenvolvido por engenheiros, médicos e designers de SP para combate do novo coronavírus — Foto: Reprodução / Questtonó  Grupo de engenheiros e médicos de SP cria novo modelo de ventilador pulmonar e estima 400 unidades até junho. Aparelho eletrônico é equivalente aos usados por hospitais de ponta e deve custar até R$ 15 mil. Duas fabricantes já foram licenciadas para a produção dos respiradores no Brasil. Parceria entre Unesp e empresa vai proporcionar 5 mil novos testes de Covid-19 em cidade do interior de SP Lives de hoje Gaab, Hungria Hip Hop e Steve Aoki são destaques nas lives desta quarta-feira (5) — Foto: Divulgação/Reprodução_Instagram/Joe Scarnici/Getty Images North America/AFP Gaab, Hungria Hip Hop, Steve Aoki e mais shows para ver em casa. Nesta quarta, Os Travessos, Rincon Sapiência e Conrado & Aleksandro também fazem transmissões. Veja horários. O Dj americano Steve Aoki também faz transmissão no festival Happy at Home: #OneCommunity LIVE do TikTok. Shows drive-in: Noruega e Dinamarca fazem eventos com fãs dentro dos carros Brazil Silicon Valley   O Brazil Silicon Valley debate nesta quarta-feira a realidade dos unicórnios brasileiros. O evento começa às 18h30 e será transmitido pelo G1. Batizado de "Unicórnios Brasileiros: Caminhando para uma nova economia", o painel terá a participação do fundador do Gympass, Cesar Carvalho; do fundador e CEO do Nubank, David Vélez; do CEO do iFood, Fabrício Bloisi; e do CEO e cofundador da Wildlife, Vitor Lazarte. O moderador será o cofundador e presidente da Stone, André Street. Eleições Prazo para regularizar título de eleitor termina nesta quarta (6) ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8531636/ Termina nesta quarta o prazo para os cidadãos regularizarem a situação cadastral eleitoral. Somente os eleitores sem pendências com a Justiça Eleitoral estarão aptos a votar nas eleições municipais deste ano. Os requerimentos de regularização devem ser feitos por meio eletrônico. Ao todo, serão eleitos novos prefeitos e vereadores de 5.568 cidades brasileiras. Segundo o calendário eleitoral, o primeiro turno das eleições será em 4 de outubro. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Eleições 2020: confira as datas do calendário eleitoral Curtas e Rápidas: Blog da Sandra Cohen: Ditador Ortega age como se a pandemia não existisse Perseguidos pela polícia abandonam quase US$ 1 milhão em rodovia nos EUA Babu Santana quer fazer 'turnê pelas favelas' do Brasil G1 jogou: 'Valorant' lembra 'Overwatch' na teoria, mas é mais parecido com 'Counter-Strike' Grávida de gêmeos é surpreendida por 'carreata de fraldas' feita por amigos e familiares; veja vídeo

Brasil registra 114.715 casos de coronavírus e 7.921 mortes pela doença

Brasil registra 114.715 casos de coronavírus e 7.921 mortes pela doença Publicado: Terça, 05 de Maio de 2020, 19h09 Última atualização em Terça, 05 de Maio de 2020, 19h09      As informações foram atualizadas até as 19h desta terça-feira (5) e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país. Do total de casos confirmados, 48.221 estão recuperados e outros 48.221 estão em acompanhamento O Ministério da Saúde registrou 114.715 casos de coronavírus e 7.921 mortes provocadas pela doença no Brasil até as 20h desta terça-feira (5), segundo informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país. São consideradas recuperadas após contraírem a doença 48.221 pessoas, o que representa 42% do total de casos confirmados. Atualmente, estão em acompanhamento outras 58.573 pessoas (51,1%) e 1.579 óbitos permanecem em investigação. Nas últimas 24 horas foram 6.935 casos novos e 600 novos óbitos, sendo que a maior parte é referente a outros períodos, mas foi inscrita de ontem para hoje. Apesar de muitos municípios do país ainda não registrarem casos da doença, de forma geral, o coronavírus está presente em todos os estados do país. Atualmente, São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 34.053 casos e 2.851 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 12.391 casos e 1.123 óbitos. O estado que registra menos notificações é Mato Grosso do Sul, com 283 confirmações de casos e dez mortes. Tocantins, agora, tem 303 casos e sete mortes. Situação dos casos de coronavírus até hoje - 05/05/2020 ▶️ 114.715 diagnosticados com COVID-19▶️ 7.921 óbitos (6,9%)▶️ 58.573 em acompanhamento* (51,1%)▶️ 48.221 recuperados* (42,0%)▶️ 1.579 óbitos em investigação*estimativas sujeitas a revisão. Clique aqui para ver o detalhamento por UF Grupos de risco Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham doenças pré-existentes, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus. Assista, na íntegra, à coletiva com atualização dos casos Para saber mais sobre coronavírus acesse nossa página especial Da Agência Saúde

5 de maio, terça-feira - A ABRACAM apresenta os destaques do dia

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado.  A pandemia escancara as desigualdades no ensino público. Com as escolas fechadas, alunos enfrentam toda a sorte de obstáculos para seguir com os estudos. Começa a valer no Maranhão o 'lockdown' - bloqueio total para frear o avanço do coronavírus. A medida é primeira do tipo no Brasil e abrange São Luís e mais 3 cidades. O Assunto de hoje é o embate entre Bolsonaro e o Supremo: de um lado, o presidente se une atos que atacam o tribunal e, de outro, ministros da Corte impõem derrotas ao governo. Desigualdade na educação  Alunos do sertão nordestino recebiam merenda em centros educacionais. Com aulas suspensas, passam fome e sede. — Foto: Divulgação / Amigos do Bem Por causa da pandemia, escolas suspenderam as aulas presenciais e passaram a buscar formas alternativas de manter o processo de ensino-aprendizagem durante a quarentena: usam principalmente aplicativos e plataformas on-line. A estratégia adotada, no entanto, escancara a desigualdade e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes e professores de colégios públicos – acesso limitado à internet, falta de computadores e de espaço em casa, problemas sociais, sobrecarga de trabalho docente e baixa escolaridade dos familiares. Com escolas públicas fechadas no DF, pais se tornam professores Lockdown no Maranhão   São Luís e mais três municípios entram em lockdown nesta terça (5) ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8531066/  O lockdown dos serviços não essenciais na Região Metropolitana de São Luís para conter a pandemia entra em vigor hoje. A determinação judicial vale por dez dias na capital e em outros três municípios: Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa. A população deve seguir as medidas de restrição, sob pena de multa.   Aldir Blanc     Compositor Aldir Blanc morre no Rio de Janeiro ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8530990/ O corpo de Aldir Blanc será cremado nesta terça-feira. O compositor e escritor, de 73 anos, morreu de Covid-19, na madrugada de segunda (4), no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio. Famosos e autoridades lamentam morte de compositor e escritor Veja trechos de obras do compositor e escritor Gigante da música, Aldir Blanc deixa legado de 500 composições FOTOS: Relembre momentos da carreira de Blanc Funarte Dante Mantovani — Foto: Reprodução / YouTube / DanteMantovani O maestro Dante Henrique Mantovani é de novo presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Ele foi reconduzido ao cargo conforme mostra publicação no Diário Oficial da União. Mantovani havia sido exonerado há dois meses, no mesmo dia em que Regina Duarte foi nomeada para comandar a Cultura do governo Jair Bolsonaro. Contratos de trabalho      Governo autoriza redução de jornada e salários em até 70%  ASSISTA O VÍDEO https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-pauta/video/governo-autoriza-reducao-de-jornada-e-salarios-em-ate-70-8453626.ghtml Desde o início de abril, as empresas estão autorizadas a suspender os contratos de trabalho por tempo determinado e a reduzirem, de forma proporcional, o salário e a jornada dos trabalhadores. Chamado de Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, a iniciativa do governo federal foi implementada por meio da medida provisória (MP) 936, e tem o objetivo de atenuar os impactos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia brasileira. Entenda o que muda. Rio de Janeiro Um bebê de 1 ano e uma menina de 9 anos diagnosticados com Covid-19 estão entre os mais de mil mortos no Rio de Janeiro, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde disponíveis no painel da pasta para acompanhamento do avanço da doença.Vítima mais jovem registrada anteriormente foi um menino de 12 anos, na Baixada Fluminense. Bloqueios no Rio A partir desta terça-feira, dez ruas onde ficam agências da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro foram fechadas pela prefeitura para evitar aglomerações. O objetivo é evitar aglomerações que possam facilitar a disseminação do novo coronavírus. Veja onde estão os bloqueios. Multa de até R$ 20 mil Começa a valer nova determinação da prefeitura de Belo Horizonte durante o isolamento social. Está proibido a realização de eventos que reúnam pessoas dentro de carros, mais conhecidos como drive-in, em área pública ou particular. Lives de hoje Fabio Porchat faz participação na live 'Risadaria em Casa' nesta terça-feira (5); Leandro Hassum, Paulo Bonfá, Marco Luque, Maurício Meirelles e outros comediantes também participam — Foto: Divulgação/Risadaria Risadariacom Fábio Porchat e Leandro Hassum, Anelis Assumpção e mais para ver em casa. Comediantes fazem apresentação para arrecadar fundos para comunidades carentes. Veja horários das transmissões. Festivais on-line podem amenizar os prejuízos do cinema de arte? Curtas e Rápidas - Coronavírus: Casal de pataxós vive em favela de BH há 30 anos — Foto: André Cavaleiro / Arquivo pessoal ‘Eles ficam loucos pra ir pra aldeia’, diz neto de casal Pataxó que está confinado em favela de BH Durante velório, família abre caixão de avó que teria morrido de Covid-19 no Pará e percebe que corpo era de outra pessoa Caso Pugliesi escancara crise dos influenciadores, que foram do fascínio à rejeição na pandemia Blog da Mariza Tavares: Por que os cuidados paliativos são indispensáveis durante a pandemia Blog do Mauro Ferreira: Roberto Carlos revela 'A cor do amor' com Liah Soares em gravação para novela Times Square vira ponto de parada para fãs de carros e motos;  Tina Singh posa para foto em um Lincoln Continental de 1967, na Times Square de Nova York, durante a pandemia de coronavírus — Foto: Mark Lennihan / AP Photo Previsão do tempo   Veja como fica o tempo nesta terça (5)  ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8530986/

Brasil tem 7.288 mortes e 105.222 casos confirmados de novo coronavírus, diz ministério

    Em 24 horas, foram divulgadas mais 263 vítimas e 4.075 casos. Em 24 horas, foram mais 263 vítimas — Foto: Fernanda Garrafiel/ G1    Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (4) o mais recente balanço dos casos de novo coronavírus no Brasil. Os principais dados são: 7.288 mortes, eram 7.025 no domingo (3) Em 24 horas, foram divulgadas mais 263 vítimas 105.222 casos confirmados, eram 101.147 no domingo Em 24 horas, foram confirmados novos 4.075 casos Taxa de letalidade é de 6,9% São Paulo tem 32.187 casos confirmados e 2.657 mortes (Veja abaixo dados dos outros Estados). Em 24 horas, foram confirmados 4.075 casos — Foto: Fernanda Garrafiel/ G1 

4 de maio, segunda-feira - A ABRACAM mostra os destaques da mídia nacional

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado.  A semana começa com tensão entre Jair Bolsonaro, o Congresso e o STF depois que, mais uma vez, o presidente participou de atos antidemocráticos. O presidente deve anunciar hoje o novo diretor-geral da Polícia Federal, depois de ter a nomeação de Alexandre Ramagem, amigo da família, impedida pelo Supremo. O país acaba de ultrapassar a marca de 100 mil infectados pela Covid-19 e 7 mil mortos. Esses números pressionam, cada vez mais, o sistema de saúde das capitais. Por causa do avanço da doença, alguns estados prometem anunciar prorrogação da quarentena e ampliar das restrições. Após mais uma semana de filas nas agências da Caixa por causa do auxílio emergencial, as agências terão agora horário de atendimento estendido. O podcast O Assunto conversou com Bernardinho e o filho Bruno, estrelas do vôlei, sobre as transformações provocadas pelo coronavírus no esporte e na vida. Contramão da democracia  O presidente jair Bolsonaro durante manifestação ao seu favor no Palácio da Alvorada, na cidade de Brasília, DF, neste domingo. — Foto: Wagner Pires/Futura Press/Estadão Conteúdo O presidente Jair Bolsonaro voltou a participar de uma manifestação antidemocrática e inconstitucional, em Brasília, na manhã de domingo (3). O ato tinha faixas que pediam o fechamento do STF e intervenção militar. Em discurso aos manifestantes, o presidente - num tom de desafio aos demais poderes - pediu a Deus para não ter problemas esta semana porque, segundo afirmou, 'chegou ao limite'. Ele não esclareceu o que isso significa. Manifestantes ainda hostilizaram a imprensa e agrediram com chutes e pontapés a equipe de jornalistas do jornal 'O Estado de S.Paulo Sem citar diretamente a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria geral da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que não vai mais admitir interferências, mas não explicou como. A conduta despertou reações imediatas de autoridades do legislativo e do judiciário, além de repercutir na imprensa internacional. Profissionais de imprensa são agredidos durante manifestação antidemocrática com a presença de Bolsonaro Maia diz que 'cabe às instituições democráticas impor ordem legal ao grupo que confunde política com terror'     Bolsonaro volta a apoiar ato antidemocrático contra o STF e o Congresso, em Brasília ASSISTA O VÍDEO https://globoplay.globo.com/v/8528193/  Comando da Polícia Federal O delegado Alexandre Ramagem, impedido de assumir o comando da PF por decisão do ministro Alexandre de Moraes — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo O Presidente Jair Bolsonaro informou que anunciará nesta segunda-feira (4) o novo diretor-geral da Polícia Federal. O escolhido pelo presidente, Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), teve a nomeação suspensa pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, antes da posse. Bolsonaro tem que apresentar outro nome. Ramagem é amigo dos filhos do presidente. Além disso, segundo o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, Bolsonaro vinha manifestando interesse em trocar o comando da Polícia Federal para ter acesso às investigações, o que é considerada interferência política.   Por ter identificado indícios de que o presidente usaria o cargo para coletar informações de processos, Moraes decidiu tornar a nomeação inválida, porque a ação do presidente teria desrespeitado os fins que a lei e a Constituição preveem para atos públicos. No entender do ministro, houve o chamado desvio de finalidade. Bolsonaro contesta o impedimento, manifestou insatisfação quanto à decisão, e fez ataques ao ministro Alexandre de Moraes na última semana. Já a acusação de Moro é alvo de um inquérito da Polícia Federal, que contou com depoimento de Moro no fim de semana, em Curitiba. O ex-ministro apresentou, na ocasião, supostas provas da denúncia, entre as quais estão trocas de mensagens com Bolsonaro. 100 mil casos de Covid-19  Morte por coronavírus no Brasil até 3 de maio — Foto: Arte/G1 A última atualização do Ministério da Saúde sobre os casos de coronavírus no Brasil mostrou que, desde o começo da pandemia, mais de 100 mil brasileiros foram infectados. O balanço mais recente, de domingo (3), apontou 275 mortes em 24 horas. Os mortos passam de 7 mil, sendo a maioria no estado de São Paulo. A taxa de letalidade da doença é de 6,9 %.  O avanço da doença pressiona o sistema de saúde principalmente das capitais. O esgotamento de leitos de UTI para pacientes com coronavírus é uma ameaça no Rio de Janeiro e em estados do Norte e do Nordeste do país. Manaus, além do colapso no SUS, parentes de vítimas fatais enfrentam o caos funerário.   Covid-19 saturou o sistema de saúde das capitais brasileiras e avança para o interior do país Brasilândia é o lugar onde mais se morre por Covid na cidade de São Paulo Vista aérea do sepultamento em massa de vítimas de Covid-19 no cemitério do Parque Tarumã, em Manaus. — Foto: Michael Dantas/AFP Quarentena e restrições CET faz bloqueio na Radial Leste, logo após a Avenida Aricanduva, para distribuição de panfletos com orientações sobe o coronavírus — Foto: Reprodução/TV Globo Para tentar frear o ritmo de contágio da Covid-19 estados adotam estratégias que incluem desde a prorrogação dos decretos de isolamento social até bloqueios em ruas para forçar moradores a ficarem em casa.  O atual decreto da quarentena no Ceará, por exemplo, tem validade até terça-feira (5), mas o governador Camilo Santana disse que vai prorrogá-lo. O decreto em Alagoas vence no mesmo dia e o governo também informou que será estendido até 15 de maio. No Maranhão será adotado o mecanismo chamado 'lockdown' em cidades da região metropolitana de São Luís. A medida prevê, que é o bloqueio total das atividades a partir de terça. O governo do Pará avalia adotar a mesma medida. Em São Paulo, já nesta segunda-feira, a prefeitura vai fazer bloqueios em ruas da capital para forçar os moradores a ficarem em casa. No fim de semana, a taxa de isolamento ficou pouco acima dos 50% - bem abaixo do recomendável, de 70%. 18 estados e o DF anunciam prorrogação de quarentena e endurecimento de restrições para conter o coronavírus Coronavírus, Sars-Cov-2, lockdown: entenda os principais termos da pandemia Auxílio de R$ 600 Filas nas agências da Caixa provocam aglomerações e confusão; trabalhadores dormem nas filas — Foto: Bruno Veiga Arquivo Pessoal Depois de uma semana de muitos relatos de trabalhadores sobre dificuldades para saque do dinheiro do auxílio emergencial oferecido pelo governo durante a crise, a Caixa Econômica Federal vai ampliar a partir de agora o horário de atendimento em toda a sua rede de agências. Com a medida, as unidades passarão a funcionar das 8h às 14h, duas horas mais cedo. Desde 22 de abril, 1.102 agências já vinham funcionando neste horário. Leia também... Mais de 70% dos brasileiros com internet já acreditaram em uma fake news sobre coronavírus Elevador, academia e área comum: a etiqueta dos condomínios durante a quarentena País tem ao menos 91 concursos públicos abertos para mais de 15 mil vagas Autoajuda escandinava: Como livros que vendem felicidade nórdica viraram best-sellers Luan Santana diz ser fã de lives: 'Quem é desafinado é desafinado. Não programa pra afinar voz, né?' Empresas lançam aplicativos para orientar e auxiliar trabalhadores durante pandemia Hospitais federais do Rio não têm testes de Covid-19 para profissionais, diz conselho de enfermagem

Bolsonaro em manifestação na Praça dos Três Poderes

Bolsonaro diz que pede a 'Deus que não tenhamos problemas nesta semana, porque chegamos no limite'  Presidente disse que 'não tem mais conversa', que Forças Armadas estão ao lado dele e que 'não vai mais admitir interferência', enquanto participava de ato com pautas antidemocráticas. O presidente Jair Bolsonaro voltou a participar, no fim da manhã deste domingo (3), de uma manifestação antidemocrática e inconstitucional em Brasília, contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso. Em discurso aos manifestantes, o presidente – num tom de desafio aos demais poderes – pediu a Deus para não ter problemas nessa semana porque, segundo afirmou, "chegou ao limite". Bolsonaro não esclareceu o que isso significa. O protesto contra o STF e o Congresso ataca dois pilares do sistema democrático, o que torna fora da lei os pedidos de fechamento. Os atos também criticaram o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. Faixas pediam o fechamento do STF e "intervenção militar com Bolsonaro", o que é considerado apologia contra a democracia e, portanto, ilegal e inconstitucional. A manifestação começou com uma carreata na Esplanada dos Ministérios e terminou com aglomeração na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto. Bolsonaro foi ao local acompanhado da filha, não usou máscara e transmitiu ao vivo a participação dele, em rede social. Sem citar diretamente a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que "não vai mais admitir interferências". "Nós queremos o melhor para o nosso país. Queremos a independência verdadeira dos três poderes e não apenas uma letra da Constituição, não queremos isso. Chega interferência. Não vamos admitir mais interferência. Acabou a paciência. Vamos levar esse Brasil para frente."  A decisão do ministro Alexandre de Moraes se baseou em análise prévia de provas que indicaria que a nomeação de Ramagem representava um desvio de finalidade, com o objetivo de interferir em investigações da Polícia Federal. No discurso, Bolsonaro disse que as Forças Armadas estão com ele e que "chegou ao limite", que "não tem mais conversa" – sem explicitar o que isso significa, e o que pretende fazer caso haja novas decisões judiciais sobre atos da presidência da República considerados ilegais. "Vocês sabem que o povo está conosco, as Forças Armadas – ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade – também estão ao nosso lado, e Deus acima de tudo." "Vamos tocar o barco. Peço a Deus que não tenhamos problemas nessa semana. Porque chegamos no limite, não tem mais conversa. Tá ok? Daqui para frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição. Ela será cumprida a qualquer preço. E ela tem dupla-mão. Não é de uma mão de um lado só não. Amanhã nomeamos novo diretor da PF."  Ao longo da manifestação, Bolsonaro interagiu com os manifestantes. Em vários momentos ele desceu, deu as mãos e cumprimentou as pessoas. Mais tarde, também permitiu que uma criança, que estava com a máscara no queixo, fosse até a rampa, onde Bolsonaro a pegou no colo. Ao lado do presidente, estavam deputados federais. Entre eles, o filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O presidente voltou a criticar o isolamento e medidas restritivas adotadas por governos locais, uma orientação que é dada pelos órgãos internacionais de saúde. O Brasil chegou a 97,1 mil casos confirmados da infecção e 6.761 mortes, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde neste sábado. O número de mortes já ultrapassou os dados de China e Irã. Diante das mortes, Bolsonaro disse que são inevitáveis: "Sabemos hoje dos efeitos do vírus, mas infelizmente muitos serão infectados. Infelizmente, muitos perderam suas vidas também, mas é inevitável, é uma realidade que teremos que enfrentar". Agressão a jornalistas Durante o ato, jornalistas de diversos veículos foram agredidos e hostilizados por participantes do protesto. Um motorista do "Estadão", que dava apoio à equipe de reportagem, foi atingido por uma rasteira. Ao todo, um fotógrafo, dois jornalistas e o motorista do jornal foram hostilizados e agredidos, verbal ou fisicamente. Segundo o veículo, eles deixaram o local para uma área segura, buscaram a ajuda da Polícia Militar e passam bem. Além do "Estadão", houve agressão e ofensa a equipes da "Folha de S.Paulo", do jornal O Globo e do site "Poder360". Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas condenou o episódio. "Repudiamos todas elas e pedimos o apoio da sociedade ao jornalismo e aos jornalistas", diz o texto. "Esses atos violentos são mais graves porque não há, de parte do presidente ou de autoridades do governo, qualquer condenação a eles. Pelo contrário, é o próprio presidente e seus ministros que incitam as agressões contra a imprensa e seus profissionais", afirmou a Associação Brasileira de Imprensa em comunicado.

03 de maio, domingo - A ABRACAM mostra os destaques da mídia nacional

DESTAQUE 1 Coronavírus: EUA autorizam o uso do remédio antiviral Remdesivir Especialistas alertam que o remdesivir não deve ser visto como uma "bala mágica" A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA autorizou o uso emergencial do remdesivir do Ebola no tratamento do coronavírus. A autorização significa que o medicamento antiviral pode agora ser usado em pessoas hospitalizadas com Covid-19 grave. Um ensaio clínico recente mostrou que a droga ajudou a reduzir o tempo de recuperação de pessoas gravemente doentes.  No entanto, não melhorou significativamente as taxas de sobrevivência. Especialistas alertaram que a droga - que foi originalmente desenvolvida para tratar o Ebola e é produzida pela empresa farmacêutica Gilead na Califórnia - não deve ser vista como uma "bala mágica" para o coronavírus. A droga interfere no genoma do vírus, interrompendo sua capacidade de replicação. Durante uma reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval, o executivo-chefe da Gilead, Daniel O'Day, disse que a autorização da FDA era um primeiro passo importante. A empresa doaria 1,5 milhão de frascos do medicamento, disse ele. O comissário da FDA, Stephen Hahn, também disse na reunião: "É a primeira terapia autorizada para o Covid-19, por isso estamos realmente orgulhosos de fazer parte dela". A autorização de emergência da FDA não é a mesma que a aprovação formal, que requer um nível mais alto de revisão. O que sabemos sobre o remdesivir? O medicamento não curou o ebola e Gilead diz em seu site: "O remdesivir é um medicamento experimental que não possui segurança ou eficácia estabelecidas para o tratamento de qualquer condição". Gilead também alerta para possíveis efeitos colaterais sérios. No entanto, o presidente Trump tem sido um defensor vocal do remdesivir como um tratamento potencial para o coronavírus. Em seu ensaio clínico, cujos resultados completos ainda não foram divulgados, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA (NIAID) descobriu que o remdesivir reduziu a duração dos sintomas de 15 dias para 11. Os testes envolveram 1.063 pessoas em hospitais de todo o mundo - incluindo EUA, França, Itália, Reino Unido, China e Coréia do Sul. Alguns pacientes receberam o medicamento e outros receberam um tratamento placebo (fictício). O Dr. Anthony Fauci, que administra o NIAID, disse que o remdesivir teve "um efeito claro, significativo e positivo na diminuição do tempo de recuperação". No entanto, embora o remdesivir possa ajudar na recuperação - e possivelmente impedir que as pessoas sejam tratadas em terapia intensiva -, os ensaios não deram nenhuma indicação clara de que ele pode prevenir mortes por coronavírus. Ainda há muita incerteza sobre o regime de tratamento, Gilead sugere uma duração de 10 dias para pacientes em ventilação mecânica e cinco dias para pacientes que não estão. Outros países poderiam usar o remdesivir? A jurisdição do FDA não se estende para o exterior, portanto a autorização se aplica apenas aos EUA. Especialistas também enfatizaram que o uso de emergência não é o mesmo que aprovação total. A Gilead diz que atualmente está consumindo os estoques existentes do medicamento, e a oferta é limitada. O governo dos EUA coordenará a distribuição do remdesivir para hospitais nas cidades dos EUA mais afetadas pelo Covid-19. Portanto, não está claro quanto da droga poderia ser distribuída em todo o mundo, nem a que preço. A Gilead diz que está doando 1,5 milhão de doses individuais de remdesivir, o que "equivale a mais de 140.000 cursos de tratamento que serão fornecidos sem nenhum custo". A distribuição de emergência nos EUA está incluída nisso. Mas em todo o mundo existem mais de três milhões de casos confirmados, em 185 países. A Gilead diz que está se esforçando para expandir a produção rapidamente, com parceiros globais. A empresa pretende produzir pelo menos 500.000 cursos de tratamento até outubro, 1 milhão de cursos até dezembro de 2020 e outros milhões em 2021, se necessário. O Institute for Clinical and Economic Review, um órgão americano que estuda os preços dos medicamentos, estimou o custo de um curso de 10 dias de remdesivir em US $ 10 (£ 8), mas sugeriu que um preço econômico poderia chegar a US $ 4.500, com base em os ensaios clínicos. Michael Head, pesquisador sênior em saúde global da Universidade de Southampton, disse que a medida "mostra a importância de explorar o uso da terapêutica existente quando surgem novos patógenos". "Este é um passo importante nas opções disponíveis para os médicos tratarem aqueles hospitalizados com Covid-19. Os dados mostram que muitos pacientes hospitalizados vão morrer, portanto, embora a eficácia do remdesivir seja limitada, pode ser uma adição útil como uma opção para o tratamento. . " Com informações da BBC e fotos REUTERS DESTAQUE 2 Bolsonaro agora negocia dar ministério de astronauta ao centrão Líderes da Câmara acompanham conversas do presidente com Fábio Faria (PSD-RN). O deputado nega que tenha interesse ou esteja trabalhando para ser ministro Enfraquecido no cargo após virar alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal por denúncias do ex-ministro Sergio Moro, Jair Bolsonaro vai ampliando o espaço do centrão no governo. Agora, a bola da vez é o ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. O centrão, que sempre mandou na pasta, quer recuperar o terreno e conta com um nome próximo do Planalto para a tarefa. Segundo auxiliares do presidente, o deputado Fábio Faria (PSD-RN) vem conversando com Bolsonaro sobre a possível troca. Genro de Sílvio Santos, ele caiu nas graças do presidente e de seu núcleo familiar. Um importante aliado de Fábio Faria diz que seus movimentos são pessoais, não propriamente tocados pelo PSD, mas, claro, ninguém no partido reclamará se o ministério que já foi de Gilberto Kassab voltar ao ninho partidário. Seria, como revela o Radar, uma forma de ampliar o apoio ao Planalto na Câmara. Em guerra com Moro, Bolsonaro precisa de apoio para enfrentar uma possível denúncia ou processo de impeachment. O ex-ministro acusou abertamente o presidente de tentar ter acesso a informações sigilosas da Polícia Federal e de inquéritos abertos no STF contra seus aliados. Bolsonaro sabe que terá tempos difíceis, caso Moro prove o ato presidencial de obstrução de justiça. Na nova realidade do governo, não há espaço para figuras como Marcos Pontes, que virou ministro a partir do discurso de campanha de Bolsonaro, de que não aceitaria toma lá dá cá nem faria barganhas políticas com partidos do Congresso. Com informações de Veja DESTAQUE 3 Ministro Luís Roberto Barroso diz que 'impeachment é a última opção' Diante da possibilidade de o Brasil viver o seu terceiro processo de impeachment em 30 anos, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que, numa democracia, a maneira de se administrar a decepção é com eleições: "Impeachment é a última opção", afirmou. Sem se debruçar sobre acusações com potencial de levar o presidente Jair Bolsonaro a deixar o governo, depois de Dilma Rousseff (2016) e Fernando Collor (1992), o ministro foi taxativo: "É preciso que os fatos sejam graves, demonstrados". Há várias frentes que podem culminar com a cassação de Bolsonaro, inclusive no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que será presidido por Barroso a partir do próximo dia 25 de maio. A mais forte, porém, tramita no Supremo em inquérito aberto a partir da denúncia, feita pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro, de que Bolsonaro tenta interferir politicamente na PF. Mesmo depois da série de derrotas impostas pelo STF ao Planalto, no mês passado, Barroso disse que a Corte "não é adversária" do governo. "Numa democracia, sempre existem fricções e tensões entre os Poderes. Isso não significa crise institucional", observou. O STF impôs reveses ao presidente Bolsonaro. O senhor mesmo proibiu que o governo faça campanhas contra o isolamento social e o presidente virou alvo de inquérito aberto por Celso de Mello. Com a oposição desorientada no Congresso, o STF é o principal adversário do governo? Não acho. Nem o Supremo tem esse papel. O papel do STF é interpretar e aplicar a Constituição. É que as decisões que eventualmente invalidam algum ato presidencial chamam mais atenção do que as que validam. Mas, mesmo em temas delicados, como as relações de trabalho, o Supremo manteve as medidas provisórias do governo (como a que permite redução de jornada e salário). Portanto, seria um equívoco ver o Supremo como um ator político neste sentido de ser contra ou a favor do governo. Mas houve uma série de decisões que contrariaram o governo, inclusive suas. Juiz deve prestar atenção para o que é certo, justo e legítimo. Houve uma decisão minha para impedir uma campanha convocando as pessoas a irem para a rua e voltarem para o trabalho, quando a OMS e todas as autoridades diziam o oposto. Não foi má vontade política minha. É que a Constituição protege a vida e o direito à saúde das pessoas. A decisão do ministro Celso de Mello tem visibilidade política, mas é um fato ordinário. Portanto, acho que o Supremo interveio em algumas situações, produzindo o que considerou a melhor interpretação da Constituição. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, suspendendo a nomeação de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal, foi duramente contestada pelo governo. Essa escala de atritos entre os Poderes não o preocupa? Não chamaria de atrito e, sim, de tensões próprias da democracia. Não vou comentar essa decisão, porque é possível que ela venha ao plenário e eu tenha de me manifestar. Porém, ela se situa dentro do contexto de definir os limites do Judiciário na preservação dos árbitros neutros. O que são árbitros neutros? São instituições de Estado, que não podem estar a serviço de nenhum governo. Exemplos: Coaf, Receita Federal, Polícia Federal. Portanto, em muitos países do mundo, se justifica a intervenção judicial para assegurar que essas instituições conservem a sua neutralidade, a sua imparcialidade. Numa democracia, sempre existem fricções e tensões entre os Poderes. Isso não significa crise institucional. Mas Bolsonaro disse que não ia "engolir" a decisão de Moraes. O que vejo acontecendo no Brasil é que o Legislativo e o Judiciário desempenham o seu papel com altivez e independência, e o Executivo tem cumprido as decisões. E vejo as Forças Armadas altamente profissionalizadas. Se tem algum lugar de onde não veio notícia ruim no Brasil nos últimos 30 anos foi das Forças Armadas. Portanto, se o Legislativo e o Judiciário funcionam adequadamente, eu não tenho nenhuma razão para temer uma crise institucional. Nem ruptura democrática? Zero. Nessa matéria já percorremos todos os ciclos do atraso. O ex-ministro Sérgio Moro fez acusações muito graves contra o presidente, que vão ser investigadas. O Brasil aguenta mais um processo de impeachment? (longa pausa) A democracia, numa frase boa de um autor americano (Stephen Holmes), é feita de promessas, decepções e administração da decepção. Essa frase é boa e vale para todas as democracias, porque sempre existirá algum grau de frustração ou insatisfação. Impeachment não é a maneira ordinária de se administrar a decepção nas democracias. A maneira ordinária de se administrar a decepção numa democracia é com eleições. Para que haja um impeachment, é preciso que os fatos sejam graves, demonstrados. Eu, de novo, estou falando em tese. Impeachment não é a primeira opção. É a última opção. Para a sociedade, o ideal seria a conclusão das investigações do inquérito Moro versus Bolsonaro o quanto antes? Todo inquérito, todo processo deve ser rápido. Inquérito deve terminar em 90 dias. Você está perguntando para uma pessoa que tem discurso antigo de que as coisas devem se passar na velocidade própria e prevista na legislação. Sou opositor da cultura de procrastinação que vigora no Brasil em geral. Acho que este inquérito, como qualquer outro, deve cumprir os prazos e terminar. Moro teve um papel fundamental na condução dos processos e no combate à corrupção? Não quero dar uma conotação política imediata à minha visão sobre corrupção, que é de um problema estrutural e sistêmico, mas, como disse, o ex-ministro Sérgio Moro simbolizou para muita gente essa superação da velha ordem. Acho que, quando ele aceitou ir para o governo, pagou um preço pessoal e a própria Lava Jato pagou um preço. Mas as pessoas têm o direito de fazer suas escolhas. O ex-ministro disse que esse combate não é a prioridade do governo Bolsonaro. O combate à corrupção não é a única pauta relevante de um país. Nós precisamos de um pacto pela integridade. A corrupção causou esse mal para o país, das decisões erradas e a cultura em que todo mundo se achava no direito de levar vantagem indevida. E aí sob esse aspecto, não tem corrupção de esquerda ou de direita. Como o senhor avalia essas manifestações pedindo a volta da ditadura e o fechamento do STF e do Congresso, inclusive com a presença do presidente? Como qualquer país do mundo, nós precisamos que as pessoas em posição de liderança superem as suas limitações cognitivas, superem discursos divisivos e ajudem a construir uma agenda comum. Uma agenda agregadora. Estamos precisando de um choque de inteligência emocional. As eleições de outubro serão adiadas por causa da pandemia do coronavírus? Meu desejo é não adiar, mas é inegável que, neste momento, há uma possibilidade real disso ser necessário. O ministro da Saúde já afirmou que não é capaz de prever quando será o pico da doença. Gostaria de adiar por poucas semanas e em qualquer hipótese, de realizá-las este ano, para evitar qualquer prorrogação de mandato. Bolsonaro já disse que houve fraudes nas eleições. Há espaço para o retorno do voto impresso? Fraude havia antes da adoção das urnas eletrônicas. É preciso desmistificar essa ideia do voto impresso. A primeira coisa é o custo. Todo mundo vai pedir conferência do voto impresso com o eletrônico. É um retrocesso. É um pouco entrar num túnel do tempo. Com informações de Estadão Conteúdo  DESTAQUE 4 17 estados e o DF anunciam prorrogação de quarentena e endurecimento de restrições para conter o coronavírus  Isolamento social é aplicado no mundo todo para conter a disseminação do novo coronavírus. Dezessete estados e o Distrito Federal anunciaram nesta semana a ampliação do isolamento social no mês de maio com o objetivo de conter o avanço do coronavírus. Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Pará, Paraíba , Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia , Santa Catarina, São Paulo e Sergipe estenderam as restrições de acesso a escolas, comércio e outros locais públicos. Além dos 16 acima, a Região Metropolitana de São Luís, no Maranhão, foi o primeiro local no Brasil a adotar o lockdown (bloqueio total). A duração da medida está prevista para dez dias, a partir da próxima terça-feira (5). Fiscalização é desafio para fazer valer um lockdown na Grande São Luís, afirmam especialistas Fiscalização é desafio para fazer valer um 'lockdown' na Grande São Luís, afirmam especialistasAlguns apontam a dificuldade de controlar o trânsito de tantas pessoas na região. Outros reforçam a necessidade de mais preparo e planejamento do poder público. Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima e Tocantins ainda não divulgaram ser irão prorrogar ou flexibilizar o prazo da quarentena. Veja abaixo, em ordem alfabética, o novo prazo das medidas de isolamento de cada estado. Acre Pela terceira vez, o Governo do Acre estendeu a suspensão das aulas nas escolas das redes pública e privada do estado. A medida, agora, vai até o dia 15 de maio. Diferentemente do estado, a capital Rio Branco prorrogou a suspensão das aulas até 17 de maio. A nova decisão ainda deve ser publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). Alagoas    Governador de Alagoas anuncia que vai prorrogar decreto de emergência até dia 15 de maio  O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), anunciou que vai prorrogar o decreto de emergência até o dia 15 de maio com medidas mais duras para conter a propagação do novo coronavírus e admitiu até a possibilidade de fechamento total do estado, o chamado lockdown. Amapá   Governador do Amapá diz que vai prorrogar decretos com restrições para evitar a Covid-19 O governador do Amapá, Waldez Góes, disse que vai prorrogar os decretos que preveem restrições para os serviços não essenciais da rede pública e privada, mas ainda não informou por quanto tempo os prazos serão estendidos. Amazonas  Com mais de 400 novos casos ao dia, Amazonas prorroga medidas de distanciamento social Os serviços não essenciais no Amazonas estão suspensos até 13 de maio. Segundo o Governo do estado, a medida mantém a suspensão de atendimento público em restaurantes, bares, lanchonetes, praças de alimentação e similares. Bahia   Governador Rui Costa comenta medidas adotadas para conter o avanço da Covid-19 na Bahia O novo decreto na Bahia prorroga até 18 de maio a suspensão das aulas em escolas públicas e particulares. A medida também impede a realização de eventos com mais de 50 pessoas. O governo do estado publicou a oficialização na sexta-feira (1°) no Diário Oficial. Ceará   Governo do Ceará não descarta ampliar medidas de isolamento social O atual decreto de isolamento social no Ceará vai até 5 de maio. Na sexta-feira (1º), o governador Camilo Santana (PT) sinalizou que irá prorrogar esse prazo e avalia medidas ainda mais duras, principalmente, em Fortaleza, onde houve uma escalada de casos e mortes por Covid-19. Distrito Federal  Ibaneis muda data de reabertura do comércio   Novo prazo prevê a restrições a eventos, parques, academias, restaurantes, bares e parte dodo comércio até 10 de maio. As aulas em instituições de ensino públicas e privadas permanecem suspensas até 31 de maio. Espírito Santo  Governo do ES mantém escolas públicas fechadas até o dia 30 de maio Na quinta-feira (30), o Governo do Estado decidiu estender a suspensão das aulas até o final do mês de maio. Bares, eventos e parques também seguem suspensos por mais 30 dias. Já as academias continuam suspensas por mais 15 dias. O governador também informou que as atividades não essenciais dos municípios do mapa de risco, onde o prazo atual termina neste domingo (3), também pode ser estendido. Maranhão     Secretário de Saúde do Maranhão fala sobre ‘lockdown’ em São Luís: ‘Não vamos recorrer’ A partir do dia 05 de maio, entra em vigor o decreto de lockdown (bloqueio total) de quatro municípios da Região Metropolitana de São Luís. A medida terá duração de 10 dias e foi tomada pelo Ministério Público do Maranhão devido ao aumento de casos e mortes pelo novo coronavírus. Maranhão é o primeiro estado do Brasil a adotar esse tipo de restrição. Pará    Governador Helder Barbalho pede apoio da população para combater a Covid-19 no Pará O novo decreto de isolamento no Pará determina que até 15 de maio o fechamento de praias, igarapés, balneário, clubes. Na sexta-feira (1º), o governador Helder Barbalho, disse que pode adotar medidas mais duras, como utilizar a força do Estado, para garantir o isolamento social no estado. De acordo com o governo do estado, o novo prazo se estende, também, aos estabelecimentos de atendimento ao público e paradas de ônibus, que devem ter demarcação de distanciamento social de 1 metro para filas, entre pessoas com máscara. Paraíba    JPB2JP: Restrições mantidas por mais 15 dias em João Pessoa  O período de quarentena de João pessoa foi estendido e agora, os serviços não essenciais permanecem fechados até 18 de maio. Pernambuco   Pernambuco prorroga medidas restritivas para comércio, serviços e instituições Comércio, serviços não essenciais, parques e praias permanecem fechados até o dia 15 de maio. As instituições de ensino tem prazo maior de fechamento, não devem abrir até 31 de maio. No arquipélago de Fernando de Noronha, a quarentena vai até o dia 10 de maio. Rio de Janeiro   Secretário de Saúde do RJ diz que estado pode ter ‘lockdown’ No estado, o isolamento foi prorrogado para 11 de maio. Já no município, a quarentena vai até o dia 15 de maio com as escolas fechadas. As medidas de isolamento foi prorrogada pela Prefeitura do Rio e governo do estado.  O prefeito Marcelo Crivella disse que pode endurecer decreto se isolamento não for respeitado.   Rio Grande do Norte    Secretário adjunto da Sesap diz que 'momento não é de flexibilizar nada' no RN As restrições do comércio agora vai até o dia 5 de maio. Novo decreto também suspende as aulas da rede pública e privada do Rio Grande do Norte até 31 de maio. Rondônia   Governo de Rondônia publica novo decreto Até 17 de maio as escolas públicas estaduais e privadas estão com aulas suspensas. Na rede municipal, as prefeituras podem optar pela retomada das atividades escolares a partir do dia 4 de maio. O novo decreto permite que cultos religiosos voltem a ser realizados a partir do dia 2 de maio, respeitando as normas de higiene, limite de ocupação de 30% da capacidade máxima.  Locais de entretenimento como bares e baladas dependem de regulamentação dos municípios para voltarem a funcionar.   Santa Catarina Novo decreto estadual proíbe transporte coletivo, aulas e eventos por tempo indeterminado Governo anunciou na quinta-feira (30) que transporte público, aulas e eventos seguem sem prazo de retorno no estado. A medida ocorre em paralelo ao afrouxamento das restrições da quarentena, que começou no dia 22 de abril e liberou a abertura do comércio, inclusive de shoppings, com algumas regras de distanciamento. São Paulo Secretário de Transportes de São Paulo fala sobre esquema de bloqueio em grandes avenidas Prefeito Bruno Covas anunciou o bloqueio de avenidas a partir do dia 04 de maio para aumentar isolamento social. A cidade de São Paulo terá a quarentena prorrogada após o dia 10 de maio com restrições mais rígidas, segundo secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido. Sergipe Governador de Sergipe volta atrás da decisão de reabrir o comércio Governo do estado revogou o decreto que afrouxou as regras de isolamento do comércio. A suspensão entrou em vigor no dia 1º de maio.

02 de maio - A ABRACAM atualiza os destaques do dia

DESTAQUE 1 Bolsonaro visita posto de gasolina em Goiás, causa aglomeração e cumprimenta apoiadores Presidente e a maioria dos apoiadores estavam de máscara, mas retiravam o equipamento para falar ou posar para fotos. Novamente, Bolsonaro defendeu reabertura do comércio. Bolsonaro visitou posto de gasolina às margens da BR-040, em Goiás. O presidente causou aglomerações e, em diversos momentos, puxou a máscara para o queixo, contrariando determinações de autoridades de saúde — Foto: Reprodução O presidente Jair Bolsonaro visitou neste sábado (2) um posto de gasolina às margens da BR-040, perto da cidade goiana de Cristalina. Bolsonaro cumprimentou apoiadores e posou para fotos. Aglomerações se formaram ao redor do presidente, contrariando as orientações das autoridades sanitárias para evitar o alastramento do coronavírus. Bolsonaro deixou Brasília de helicóptero. Tem sido comum, nos fins de semana recentes, o presidente sair de casa e visitar algum local para cumprimentar apoiadores ou comerciantes. Nessas ocasiões, aglomerações se formam em torno dele. O presidente é contra as medidas de isolamento social implementadas pelos governos estaduais para diminuir a velocidade do contágio por coronavírus. Ele vem dando declarações públicas de apoio à reabertura do comércio e demais atividades econômicas. Neste sábado, ele voltou a defender a flexibilização do isolamento social e disse que as pessoas devem ir de máscara para a rua. " Vamos tomar cuidado e usar máscara", afirmou o presidente. Apesar de recomendar o uso da máscara, Bolsonaro usou o equipamento de forma errada neste sábado. Ele e grande parte dos apoiadores estavam de máscara, mas tiravam o equipamento para posar para fotos ou para falar. Pelas determinações de autoridades de saúde, é errado puxar as máscaras para baixo ou retirá-las, especialmente em meio a aglomerações. Houve um momento em que o presidente levou a mão ao nariz e depois, com a mesma mão, cumprimentou apoiadores. Levar a mão ao nariz é uma das principais formas de se contagiar e de espalhar o vírus. Bolsonaro levou uma das mãos ao nariz antes de usá-la para cumprimentar apoiadores, o que, segundo entidades de saúde, é uma das principais formas de espalhar o vírus — Foto: Reprodução Histórico Na época em que os primeiros casos de infecção por coronavírus eram registrados no país, no início de março, Bolsonaro chegou a dizer que havia uma "histeria" em torno da pandemia e que o vírus causava apenas uma "gripezinha". Nesta semana, ao ser questionado sobre o fato de o Brasil ter superado o patamar de 5 mil mortes (atualmente já passam de 6 mil), Bolsonaro respondeu: "“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias [em referência ao sobrenome], mas não faço milagre" (veja frases de Bolsonaro na pandemia). Apesar de ter defendido o uso de máscaras neste sábado, Bolsonaro não costuma aparecer com elas em eventos públicos. Pelas manhãs, por exemplo, quando deixa a residência oficial e cumprimenta apoiadores que o esperam na portaria, ele quase sempre está sem máscara. O mesmo ocorre em cerimônias oficias, como a posse do novo ministro da Justiça, André Mendonça, nesta semana, no Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro ao lado de autoridades na cerimônia de posse do Ministro da Justiça, André Mendonça — Foto: Alan Santos/PR DESTAQUE 2 Ex-ministro Sérgio Moro depõe à Polícia Federal, em Curitiba Depoimento foi determinado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso, e é colhido por delegados da PF e acompanhado pelos procuradores que tiveram autorização de Mello. Sergio Moro chega à PF para depor — Foto: Giuliano Gomes/PR Press O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, chegou para depor na Superintendência da Polícia Federal (PF), por volta das 13h50 deste sábado (2). O depoimento começou pouco depois das 14h. Moro deve ser questionado sobre as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. As acusações foram feitas pelo ex-ministro quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana. O inquérito foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra. Dezenas de manifestantes se aglomeraram em frente à PF desde o início da manhã. Há grupos a favor do ex-ministro e também a favor do presidente Bolsonaro. Eles se reuniram com faixas, cartazes, carro de som e gritaram palavras de ordem. O depoimento foi determinado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso, e é colhido presencialmente por delegados da PF e acompanhado pelos procuradores que tiveram autorização do ministro Mello. São eles: João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita. De acordo com informações da RPC, Moro é ouvido em uma sala ampla com a distância recomendada por causa do coronavírus e com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). O depoimento é conduzido pela delegada Christiane Correa Machado, chefe do Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) Manifestantes se aglomeraram em frente à PF, em Curitiba — Foto: Giuliano Gomes/PR Press Acusações de Moro Mensagens trocadas pelo ex-ministro e reveladas pelo Jornal Nacional mostram que a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) tentou convencer Moro a permanecer no cargo, em meio à polêmica envolvendo a troca de comando da Polícia Federal. A parlamentar se ofereceu para tentar convencer o presidente da República a indicá-lo para uma vaga de ministro do STF. Moro deixou o governo após Bolsonaro ter demitido o delegado Maurício Valeixo do comando da PF. O pedido de redução do prazo para que Moro fosse ouvido foi enviado ao STF na tarde de quinta-feira (30) por três parlamentares: o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES). “A gravidade das acusações dirigidas ao presidente da República, em nosso entendimento, somada à grave crise política pela qual atravessa o país, leva a crer que o prazo de 60 (sessenta) dias para a realização da diligência em tela pode se demonstrar excessivo, mormente porque o prolongamento da crise política resulta em prejuízos para o combate às concomitantes crises na Saúde e na Economia. Nesse sentido, a elasticidade do prazo concedido pode redundar em iminente risco de perecimento das provas”, argumentaram os congressistas.  Policiais protegem entrada da Polícia Federal em Curitiba — Foto: Giuliano Gomes/ PR Press DESTAQUE 3 TRF-3 suspende ordem que obrigava Bolsonaro a entregar resultado de exames de coronavírus Desembargadora atendeu a recurso da AGU e deu mais cinco dias para que o caso seja analisado e ocorra uma definição sobre a entrega ou não dos resultados. TRF-3 suspende ordem que obrigava Bolsonaro a entregar resultado de exames de coronavírus O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu a ordem que obrigava a Advocacia Geral da União (AGU) a entregar até este sábado (2) os laudos dos exames do presidente Jair Bolsonaro para o coronavírus. A desembargadora Monica Nobre atendeu a um recurso da AGU e fixou um prazo de cinco dias para que o caso seja analisado e ocorra uma definição sobre a entrega ou não dos exames. Como a magistrada atuou no plantão, o prazo determinado por ela é para que o relator original do recurso, o desembargador Carlos Muta, possa decidir sobre a entrega ou não dos exames. Na quinta-feira (30), a juíza federal Ana Lúcia Petri Betto, da 14ª Vara Cível Federal de São Paulo, determinou que a AGU forneça os laudos de todos os exames feitos pelo presidente para coronavírus. A magistrada considerou que o relatório médico de Bolsonaro apresentado pela AGU na semana passada “não atendia de forma integral à determinação judicial” que deu acesso ao jornal "O Estado de S. Paulo" aos laudos dos exames do presidente para a Covid-19. Ao TRF-3, a AGU argumentou que não existe obrigação legal de fornecer os referidos exames. "A própria Lei de Acesso à Informação, utilizada como fundamento para pedir os laudos, é expressa em estabelecer que a utilização de informações pessoas deve respeitar a intimidade e a privacidade e depende do consentimento do interessado", argumentou a defesa do presidente. Para o governo, o respeito à intimidade e à privacidade são direitos individuais – protegidos, portanto, como cláusulas pétreas da Constituição. E, sustenta a AGU, o fato de um indivíduo ser presidente da República não significa que ele não tem, também, direito à intimidade e à privacidade. Em sua decisão, a desembargadora afirmou que tanto o governo quanto o jornal possuem argumentos plausíveis. “Em juízo de cognição sumária e preliminar, constato que a análise dos autos revela que os argumentos de ambas as partes são sustentáveis, razão pela qual não há como se aferir, neste momento processual e, em plantão judiciário, a probabilidade do direito por elas invocado”. Segundo a desembargadora do TRF-3, “a dilação do prazo, ao mesmo tempo em que evita a irreversibilidade da medida sem que se dê a análise pelo magistrado competente, também não acarreta prejuízos irreparáveis ao recorrido, até mesmo diante do fato de que se trata de ação ajuizada em 27 de março de 2020”. A AGU informou que enviou à Justiça um relatório médico da coordenação de saúde da Presidência, com data de 18 de março, mas sem os exames. O governo ainda solicitou o arquivamento do processo. Quando pediu as informações ao governo, a juíza havia determinado a apresentação dos dois exames aos quais o presidente se submeteu e que, segundo o próprio Bolsonaro, deram resultado negativo. Na quinta-feira, em entrevista à rádio Guaíba, Bolsonaro cogitou a possibilidade de ter se contaminado com o coronavírus. "Eu talvez já tenha pegado esse vírus no passado. Talvez, talvez, e nem senti", afirmou. Ao atender o pedido do jornal, a magistrada afirmou que o cidadão tem o direito de saber o real estado de saúde do presidente. A juíza federal disse que, “no atual momento de pandemia que assola não só Brasil, mas o mundo inteiro, os fundamentos da República não podem ser negligenciados, em especial quanto aos deveres de informação e transparência". Em referência à Constituição, ela disse na decisão que "todo poder emana do povo" e, por isso, escreveu, “os mandantes do poder têm o direito de serem informados quanto ao real estado de saúde do representante eleito”. Em março, o presidente fez exames, mas nunca os apresentou. Ele disse apenas que os resultados tinham dado negativo. No início daquele mês, ele fez uma viagem oficial à Florida, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, parte da comitiva presidencial foi diagnosticada com covid-19. Destaque 4 COVID 19 O Brasil tem a segunda maior velocidade de infecção por COVID-19, mesmo com subnotificação crônica. Além do número de mortes, o país já passou a China também nos registros de casos. O ministro da Saúde, Nelson Teich, diz que, neste momento, “ninguém está pensando em relaxar o isolamento”, mas Bolsonaro afirma que todo o esforço até o momento foi “inútil”. O Brasil subiu para o segundo lugar na velocidade de infecção do novo coronavírus, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), tabulados pela Universidade Johns Hopkins. Mas, diferentemente dos norte-americanos, no Brasil faltam testes. Por isso, esses números na realidade são ainda maiores. O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (30), indica 85.380 casos confirmados, contagem que ultrapassa os 84.373 casos da China. De acordo com o Ministro da Saúde, Nelson Teich, "ninguém está pensando em relaxar o isolamento, estamos criando uma diretriz". Ele também afirma que é possível que o Brasil chegue a 1.000 mortes por dia. Já o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse durante live que "70% da população vai ser infectada. Pelo que estamos vendo agora, todo empenho para achatar a curva foi praticamente inútil". Vacina A farmacêutica americana Pfizer deve apresentar entre o final de maio e o início de junho os primeiros resultados dos testes clínicos de uma vacina que pode ser eficaz contra a COVID-19. Respondendo a perguntas enviadas pela CNN, a empresa explicou que a velocidade no desenvolvimento de uma possível imunização está associada a um novo tipo de tecnologia, baseada no chamado RNA mensageiro, o mRNA. São vacinas desenvolvidas a partir do código genético do vírus e não, como é padrão, de uma versão inativada do próprio composto que causa a doença.

Presidente do TSE, Barroso rejeita eleições unificadas no Brasil

Ele afirmou que isso geraria "um problema democrático"     Diagnóstico da corrupção no Brasil é 'tenebroso', diz Barroso em SP  Foto: Rosinei Coutinho / SCO / STF   O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou ser "totalmente contra" a aglutinação das eleições municipais às eleições gerais de 2022 em razão do avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Ele destacou que os representantes do último pleito municipal foram eleitos para um mandato de quatro anos, e não seis. "Há um problema democrático", pontua. As declarações foram dadas nesta sexta-feira durante transmissão ao vivo realizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O ministro destaca a maior dificuldade que a Justiça Eleitoral teria de avaliar todos os pedidos de impugnação de candidaturas durante as campanhas, o que poderia levar à cassações e anulações dos pleitos tardiamente. De acordo com ele, as eleições de outubro devem contar com pelo menos 750 mil candidatos para cargos como prefeitos e vereadores. Além disso, os eleitores também seriam prejudicados pela maior complexidade do pleito, que teria a escolha de sete candidatos diferentes. "É muita informação ao mesmo tempo e com a quantidade de partidos e candidatos que temos, você compromete a qualidade do voto e a capacidade do eleitor de fazer uma escolha consciente", destaca. Outro risco ressaltado por Barroso seria a mistura das pautas das esferas de poder, no que ele chamou de "municipalização da eleição nacional" e "nacionalização da eleição municipal". Barroso ressalta, porém, que o País não deve descartar o adiamento das eleições municipais do primeiro domingo de outubro para novembro ou dezembro. "Se não houver condições de realizá-las em segurança absoluta, acho que nós corremos o risco de termos que adiar as eleições", afirmou. Ele afirma que a decisão deve ser pautada por parâmetros sanitários e não políticos, apesar de demandar aprovação do Congresso Nacional. "Por minha vontade, nada seria modificado porque as eleições são um rito vital para a democracia, porém, há um risco real", avaliou.

Barroso fala em 'risco real' de adiamento das eleições municipais

Barroso fala em 'risco real' de adiamento das eleições municipais Em uma live promovida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), o ministro Luís Roberto Barroso, futuro presidente do TSE, falou em “risco real” do adiamento das eleições municipais deste ano, em razão da pandemia da Covid-19. “Por minha vontade, nada seria modificado, porque as eleições são um rito vital para a democracia. Portanto, o ideal seria nós podermos realizar as eleições. Porém, há um risco real, e, a esta altura, indisfarçável, de que se possa vir a ter que adiá-las.” Se o pleito não puder mesmo ser realizado em outubro, Barroso acredita que teria de ser feito “em poucas semanas, ou no máximo em dezembro, para não haver risco de se ter que prorrogar mandatos”. Com informações de O Antagonista

PGR envia recado a Moro e afirma que ‘ninguém está acima da Constituição’

Ex-ministro da Justiça disse em entrevista a VEJA que o inquérito encaminhado por Augusto Aras ao Supremo Tribunal Federal tem caráter "intimidatório" O procurador-geral da República, Augusto Aras, emitiu um comunicado nesta sexta-feira, 1º, em que rebate críticas feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao inquérito que foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que se apure as acusações que o ex-juiz imputou ao presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista a VEJA, Moro afirmou que a investigação tem caráter intimidatório por pedir que sejam apurados possíveis crimes de calúnia e denunciação caluniosa cometidos pelo ex-ministro. No comunicado em questão, a PGR não cita o nome de Moro em nenhum momento, mas afirma que o inquérito enviado ao STF “obedece à consagrada técnica jurídica de apurar fatos, em tese, ilícitos, identificando os responsáveis e a existência ou não de sua materialidade, em busca de formar convicção sobre a ocorrência ou não de crimes”. Na nota, o órgão diz que cabe a Aras “averiguar todos os fatos – e as versões que lhes dão os envolvidos – em busca da verdade real”. “A petição de inquérito apenas narra fatos e se contém nos limites do exercício das prerrogativas do Ministério Público, sem potencial decisório para prender, conduzir coercitivamente, realizar busca e apreensão, atos típico de juízes – e, só por isso, não tem caráter intimidatório. O procurador-geral da República, Augusto Aras, reitera que não aceita ser pautado ou manipulado ou intimidado por pessoas ou organizações de nenhuma espécie”, declarou a PGR. O comunicado termina dizendo que “ninguém está acima da Constituição”. Na sexta-feira, 31, o decano do STF, ministro Celso de Mello, determinou que a Polícia Federal tem cinco dias para ouvir Moro sobre as acusações de que Bolsonaro estava tentando interferir politicamente na corporação. A VEJA, o ex-ministro afirmou que apresentará provas ao STF que corroboram as denúncias feitas contra o presidente. Moro acusou Bolsonaro de interferência na corporação e pediu demissão do ministério na última semana, após ser informado por ele que Maurício Valeixo seria exonerado da chefia da PF. Posteriormente, o ministro do STF Alexandre de Moraes impediu que o presidente nomeasse o delegado Alexandre Ramagem para o cargo. Ramagem é amigo da família presidencial e tinha o respaldo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho Zero Dois do presidente, para assumir a função. O ministro Moraes também determinou que sejam mantidos os delegados da PF à frente do inquérito de apuração das fake news contra integrantes da Corte e da realização de protesto em favor do AI-5 (Ato Institucional nº. 5). Como revelou o site de VEJA, o inquérito das fake news que é tocado por Moraes no STF obteve indícios contundentes  do envolvimento do Zero Dois.  Com informações da Veja

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A Associação Brasileira da Câmaras Municipais, foi fundada em 1999 e há vários anos faz inúmeras ações que buscam dar capacidade e qualificação aos vereadores para que exerçam suas funções da melhor maneira possível.

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