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n o t í c i a s
Imunização no Brasil: cidades vacinam profissionais fora da linha de frente antes dos idosos e provocam críticas. Especialistas apontam ‘desordem’ nas primeiras semanas de vacinação, e falta de clareza nos critérios chega ao STF. Governo terá 5 dias para definir ordem nos grupos prioritários. ‘O Assunto’ debate a geopolítica da vacina contra a Covid-19. Brasil ultrapassa 232 mil mortes pela doença, com média móvel de 1.015 por dia. Auxílio emergencial: Bolsonaro diz que negocia com ministros; Rodrigo Pacheco vê ‘expectativa positiva’. Nos Estados Unidos, o julgamento de impeachment de Donald Trump no Senado começa nesta terça. E o ‘BBB21’ faz quase todos os cantores do reality crescerem no streaming.
Vacinação no Brasil
Nesta segunda (8), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo defina uma ordem de preferência, entre os grupos prioritários, para orientar a imunização contra a doença. Segundo o ministro, essa ordem deve seguir critérios-científicos, e a divulgação tem de ser feita em até cinco dias após o governo ser notificado.
Entenda o caso: o Plano Nacional de Vacinação atualizado em janeiro afirma que 77,2 milhões de pessoas pertencem aos grupos prioritários, incluindo idosos e médicos que atuam na linha de frente do combate à pandemia. Mas, segundo Lewandowski, não está claro qual desses grupos deveria ser atendido primeiro, em um cenário no qual as vacinas ainda são escassas no país.
Antes de ser divulgada a determinação do ministro do STF, o Ministério da Saúde alertou que as “primeiras etapas” da campanha nacional de vacinação não têm previsão de atender 100% dos profissionais de saúde. Segundo o alerta do governo enviado para estados e municípios, um dos focos específicos da “primeira fase” da vacinação é atender 34% dos trabalhadores da saúde, apenas aqueles que atuam diretamente na linha de frente contra a pandemia. No entanto, o texto da pasta não tem o detalhamento pedido por Lewandowski.
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O Assunto
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Dados da pandemia
O total de mortes pela doença no país é de 232.248, de acordo com os dados coletados pelo consórcio de veículos de imprensa.
O Brasil registrou média móvel de 1.015 mortos por Covid a cada dia. O país contabilizou 9.550.301 casos e 232.248 óbitos desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Já são 19 dias seguidos com a média móvel de mortes acima de 1 mil. Sete estados estão com alta nos óbitos; veja os dados detalhados.
O estado de São Paulo está há 31 dias seguidos com média de mortes por Covid-19 acima de 200 por dia. A média diária de novos casos confirmados da doença também segue em patamar elevado, acima de 10 mil nesse período.
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‘Tratamento precoce’
O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU), deu dez dias para a Secretaria de Saúde de Manaus responder se foi pressionada pelo Ministério da Saúde a tratar pacientes com Covid-19 com os remédios cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina. Os três medicamentos são ineficazes para o combate à doença, de acordo com estudos científicos realizados no Brasil e no exterior. No entanto, desde o início da pandemia o presidente Jair Bolsonaro insiste no tratamento com os medicamentos.
No despacho, Zymler faz menção a uma visita de uma força-tarefa do Ministério da Saúde a Manaus, no início de janeiro, quando a cidade já registrava disparada nos casos de Covid-19. Dias depois, o sistema de saúde de Manaus entrou em colapso.
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Volta do benefício
Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro disse estar “negociando” uma possível retomada do auxílio emergencial com ministros. Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o tema em entrevista à GloboNews. Pacheco afirmou ver “expectativa positiva” de um anúncio ainda nesta semana. No entanto, os políticos não citaram valores ou o número de beneficiários, por exemplo.
“Estamos negociando com [os ministros] Onyx Lorenzoni [Cidadania], Paulo Guedes [Economia], Rogério Marinho [Desenvolvimento Regional], entre outros, a questão de um auxílio ao nosso povo, que está ainda em uma situação bastante complicada”, afirmou Bolsonaro.
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Mudança de cadeira
O posto de ministro da Secretaria-Geral está vago desde o final de dezembro, quando o então titular Jorge Oliveira deixou o governo para assumir uma cadeira de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
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Congresso Nacional
Alta dos combustíveis
Começa hoje a vigorar o aumento dos preços médios de venda às distribuidores da gasolina, diesel e GLP, segundo a Petrobras. O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,25 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,17 por litro. Já o preço médio de venda de diesel passará a ser de R$ 2,24 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,13 por litro.
É a terceira alta do ano nos preços da gasolina, e a segunda no valor do litro do diesel. Desde o início do ano, a Petrobras já elevou em 22% o preço da gasolina – em dezembro, o litro custava R$ 1,84. Já o diesel subiu 10,9%. Com as novas altas, o litro da gasolina passou a custar mais caro que o do diesel às distribuidoras.
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Pauta na Câmara
Relator na Câmara do projeto que estabelece a autonomia do Banco Central, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) afirmou que o parecer sobre o texto já foi chancelado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto. Segundo o parlamentar, a versão final do texto será apresentada em uma reunião de líderes hoje e, se o acordo se mantiver, o tema vai à votação em plenário até quarta (10).
Lembre o caso: a autonomia do BC já foi aprovada no Senado e estabelece, entre outras mudanças, mandatos de quatro anos para os diretores da instituição.
Estados Unidos
Com previsão de duração menor do que na primeira ocasião – quando se arrastou por três semanas – começa nesta terça-feira (9) o julgamento do segundo impeachment de Donald Trump no Senado americano.
Único presidente na história dos Estados Unidos a ser condenado duas vezes pela Câmara, ele agora é acusado de incitar à violência que resultou na invasão ao Capitólio, a sede do Congresso, em 6 de janeiro.
A aprovação do impeachment parece improvável pela composição da Casa, mas Trump corre o risco de perder direitos políticos. Veja como será o julgamento.
Previsão do tempo
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